sábado, 30 de outubro de 2010

E AGORA É A VEZ DE...

Joana Amaral Dias

BOM DIA!

PARABÉNS “EL PIBE”


O Indiscutivelmente melhor futebolista de todos os tempos:
Diego Armando Maradona (El Pibe de Oro).
Faz hoje 50 anos.

É o único futebolista, de que se recorda, que sozinho era uma equipa.

Ele foi o Nápoles duas vezes campeão de Itália na década de 80*.
Ele foi a Argentina Campeã do mundo em 1986.

Hoje, no dia do aniversário de Maradona, nem sequer me recordo do nome do outro; daquele que comprou nas secretarias das máfias do futebol mundial o título que todos nós (aficionados que vimos jogar aos dois astros) nunca hesitámos em atribuir a El Pibe.

Parabéns Maradona!

(*) As duas únicas vezes que a até então modesta equipa do Nápoles foi campeã de Itália.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

FIM AO MITO DO “MEDO”

VENHA JÁ O FMI

Das duas vezes que O Fundo Monetário Internacional veio a Portugal, depois do 25 de Abril, muita coisa e muito desmando foi corrigido no funcionamento da máquina do Estado.

Todos aqueles que têm aparecido estes dias a meter medo à população portuguesa com a vinda do FMI, têm-no feito porque sabem que o FMI representa o fim do festim em que se têm banqueteado com total desprezo pelos contribuintes e eleitores.

Da minha parte estou pronto a pagar a minha quota com os apertos e os sacrifícios que forem exigidos; sabendo contudo que o FMI obrigará qualquer Governo a ter de:

1 - Acabar com O regabofe dos bancos os quais comem a maior fatia dos empréstimos externos através da sua actividade prestamista (desde logo prestamista do próprio Estado) e comem boa parte da pouca riqueza que os portugueses geram, através de juros altíssimos escandalosos quando emprestam a particulares, mas servem sobretudo para financiar operações financeiras especulativas de curto e chorudos retornos. Isto para não falar das negociatas dos amigos, apoiadas à socapa. Aliás, os bancos são quem mais teme a vinda do FMI; até porque já ouviram António Borges, o novo Presidente do FMI para a Europa, dizer clarinho, clarinho, que «O principal responsável por esta crise é a banca portuguesa».

2 - Acabar com os sorvedouros dos dinheiros públicos, como são:
Os Institutos públicos,
As empresas públicas participadas (EPP),
As Entidades Públicas Empresariais (EPE),
As Parcerias Público-privadas (PPP),
As consultorias  milionárias das sociedades de advogados amigas do governo,
A central de comunicação, espionagem, propaganda e contra-informação do governo;
Isso e mais uns quantos organismos Públicos onde se acoitam os boys, os parasitas políticos, os desempregados partidários, os bufos, os incapazes e os serventuários menores dos partidos do poder.

Tudo isto foi criado e é mantido à custa do dinheiro dos impostos dos contribuintes. Criado e mantido para alimentar vários canalhas e muitos sacanas.

Até muitos dos chamados “comentadores”, “analistas”, “politólogos”, "especialistas em economia", etc., embora traçando cenários catastrofistas sobre a economia portuguesa, abominam, contudo, a vinda do FMI, pois, entre outras coisas sabem que com isso terão que pagar mais impostos. É que a “fuga legal” ao pagamento de uma boa parte dos impostos, que praticam declarando à colecta certos  rendimentos como “rendimentos resultantes de trabalho intelectual” (um eufemismo que nada quer dizer e só serve para fugirem a pagar parte das suas obrigações fiscais: o IRS sobre alguns dos seus rendimentos do trabalho), terá os seus dias contados com a vinda do FMI.

Como pode um indivíduo desses, intitulando-se “trabalhador intelectual", pagar menos impostos que qualquer outro trabalhador se se não conhece um único trabalho humano que não envolva o intelecto das pessoas ― seja essa pessoa um médico ou um simples trabalhador agrícola! ―. Onde pára a honestidade dos "intelectuais" deste país?

Esta é a parte visível do iceberg constituído pelo “MEDO DO FMI” propalado aos quatro ventos pelos interessados na manutenção do estado actual das coisas (os mamadores do regime), os quais já quase fizeram, com o Orçamento que querem aprovar a toda a pressa, a cama aos mais fracos e aos mais necessitados para poderem manter para si, por mais algum tempo, as fontes públicas de rendimentos donde sempre sugaram e sugam quem trabalha e ainda produz alguma coisa neste Portugal de fim de regime.

Chumbe-se o Orçamento! Já!

Noto com satisfação: Mesmo que o Orçamento não seja chumbado, felizmente que a incompetência reinante acabará por, a breve trecho (uns meses apenas), determinar a vinda do FMI.

BOLAS PARA ISTO

Já estou mais que baralhado; já admito tudo e o seu contrário. E se se trata da PSP, então ― por aquilo que transpira de certas notícias ―, já não se sabe bem quem é o malfeitor e quem é que cumpre um dever social.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

CLAUSTROFOBIA

Dentro de poucos dias vou para a minha ilha. E deixo-vos isolados aqui no continente.

Para AMantes

«Presunçosa, tu nada sabes do amor. Não sabes sofrer nem preservar. Porque ao menor contacto com a chama, foges. Eu fico, para por ela ser consumido. Se o fogo do amor te queima um pouco a asa, olha, ousa ao menos nele arder inteiro!»

(Lido hoje no Acto Falhado de Rita Ferro)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

GOSTARIA DE TER ESCRITO ISTO:

«Esta proposta de Orçamento de Estado para 2011 é semelhante a estranhezas como exames por fax e ao Domingo. Este governo não quer resolver os problemas do país mas sim os problemas da sua máquina tentacular espalhada pelo aparelho do Estado. Este governo não quer acabar com o verdadeiro regabofe das parcerias público-privadas preferindo, antes, castigar os contribuintes. Este governo confunde o Estado com o partido e confundo os negócios de estado com as negociatas privadas confundindo, igualmente, o Ministério das Obras Públicas com o Departamento de Obras Públicas de uma qualquer empresa privada com administrador do tipo “quem se mete com o PS leva”.»

Peça Ensaística Quinquagésima Sétima, no âmbito de

Na Peugada de NOVOS RUMOS:

Um breve apontamento acerca da Nova Filosofia do Ambiente:


Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895).


Uma  necesaria  Nota proemial:

            --- A urbanização planetária pela obra transforma profundamente as conexões dos homens com a Natureza: ela chega a cercar o ambiente, com as suas auto-estradas, os seus centros comerciais, o seu habitat esparso, os seus parques de lazeres, etc. Evidentemente, permanecem florestas, montanhas elevadas, parques naturais, campos cultivados. Todavia, estes espaços não são, praticamente poupados, visto que se tornaram destinos turísticos, investimentos imobiliários, dependências urbanas e por vezes lixeiras
            --- A constituição de vários “meios urbanos”, desarrumam as antigas relações Cidade/Campo e Humano/Natureza e impõe uma “paragem”no âmbito da Filosofia do Ambiente afim de avaliar a sua dimensão e analisá-la.
(…)

UMA EXPLICAÇÃO AOS LEITORES

Retiro agora a fotografia do condenado, Carlos Cruz, que esteve quase um mês na barra direita deste blogue porque o que pretendi foi apenas e só tomar uma posição explícita sobre o que penso da sua condenação como pedófilo, pelo tribunal de primeira instância, dizendo: "Não Acredito Nele" (Carlos Cruz).

Retiro a fotografia porque não pretendia nem pretendo fazer campanha contra o cidadão condenado; mas apenas pretendi dar-lhe uma lição abominando a sua (dele) campanha contra a Justiça e os tribunais; mas sobretudo o que eu quis foi abominar aquela obscenidade de andar a dizer que os depoimentos das vítimas foram uma orquestração e peça de uma cabala.

Que fique bem claro: não recebi qualquer ameaça, pressão ou pedido, fosse de quem fosse, para retirar a fotografia. Se qualquer uma dessas coisas tivesse acontecido, denunciá-la-ia e manteria a fotografia onde estava.

É que aqui mora um homem do Fogo!

DA BARBÁRIE

A Wikileaks divulgou no passado dia 22 do corrente mês 39.832 documentos secretos sobre a “Guerra do Iraque”. Dentre esses documentos, consta este vídeo que ofereço principalmente a Pacheco Pereira, Durão Barroso e José Manuel Fernandes (ex-director do jornal PUBLICO).


Mas este vídeo destina-se também a todos nós pois deveremos meditar bastante sobre a violência (muitas vezes gratuita e animalesca) existente nos palcos de guerra ― e sobretudo no palco das mal denominadas “guerras”, como se apelidou a invasão e ocupação do Iraque pelos americanos e ingleses, por exemplo.

Eu sei que para se ser justo se deve também publicar as atrocidades cometidas do outro lado da barricada (mas não disponho de material para o fazer) pois ninguém fica ilibado do cometimento de atrocidades sobre o “inimigo”. E sobre isso quero dizer que não condeno os americanos absolvendo os islamitas: condeno a ambos. Mas condeno em primeiro lugar a invasão estúpida, “bushiana” do Iraque por parte dos criacionistas americanos, ao tempo no poder na América.



Tenho comigo o vídeo da decapitação deste jornalista americano, Daniel Perl, raptado e morto no Paquistão por um grupo de homens fardados da Al Qaeda ― constituindo esse vídeo, quanto a mim, a cena mais horrorosa e chocante até hoje vista pelos meus olhos. Dou graças a Deus ter podido ver e ter este vídeo para o resto da minha vida pelo que me ensinou e ensina de cada (rara) vez que o revejo por qualquer motivo que me leve a pensar sobre o Homem e sobre a natureza humana.

E só não publico esse vídeo porque o mesmo foi quase imediatamente retirado da Net, logo a seguir à sua publicação ― ao que constou a pedido da família de Daniel Pearl.

Esse vídeo foi “substituído” por este logo aqui em baixo cuja explicitude se aproxima da verdade, mas fica a milhas do horror expresso no vídeo verdadeiro.


Desejo que o seja, mas hoje não digo BOM DIA.

sábado, 23 de outubro de 2010

A DIGNIDADE EM DIRECTO

O jornalista brasileiro, Paulo Beringhs, mostra aos recadeiros políticos e moços de fretes que sob a capa de "jornalista" servem o poder em Portugal, que vai uma grande diferença entre um homem digno e um cagameco.

Mas os cagamecos não vão aprender nada com isto.

BOM DIA! Mais uma vez.

OLÁ PESSOAL! BOM DIA!

JoanaAmaral Dias

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A VIDA NAS CAVERNAS

Não me arrependo do meu passado na UEC (União dos Estudantes Comunistas), organização do PCP para a juventude, e das actividades que nela desempenhei como militante político até cinco meses depois do 25 de Abril de 1974.

Mas quando leio, hoje, em pleno século XXI, coisas destas, sinto-me triste e angustiado; mas também revoltado contra o grupo de pessoas que hoje manda no PCP.

Escreve Albano Nunes no Avante, órgão oficial do PCP:


Concordamos no económico e discordamos no resto. E se perguntarmos pelas “Amplas Liberdades” de que o PCP tem a patente registada ― então disso nem queiram saber a resposta...!

POLVO À PARTIDO SOCIALISTA

Eu bem falei em salsichas no Guia do Cidadão Pró Activo.

BOM DIA!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

ESPATIFANÇO À VISTA


E não está a ver que Durão mandou construir uma parede na arriba da Nazaré.

Chame-se já o INEM. Prepare-se o bloco operatório e os cuidados intensivos. E pelo sim pelo não, contacte-se uma funerária.

Agora falemos de coisas sérias. Acham que dá credibilidade a quem quer ser ministro das finanças andar com “bocas” e recadinhos destes?!...

Imaturidade! É o mínimo que se pode dizer disto.

MAS QUE POUCA VERGONHA...!

Cheguei aqui via 31 da Armada

JORNALISMO DE MERDA

Notícia provavelmente encomendada ao jornal do amigo Joaquim ou então da autoria espontânea de qualquer “jornalista” de vão-de-escada cumprindo mais um “servicinho” ao PS:


O f.d.p. não diz, não informa, manipula, goza connosco, sente-se impune com esta meia mentira e não diz aquilo que é importante e que felizmente toda agente já ouviu e já percebeu:

Que o PSD propõe ir buscar ao corte na despesa os mil milhões de euros que o governo quer vir buscar aos nossos bolsos.

Que o governo, por sua parte, prefere não mexer na despesa e prefere meter-nos as mãos nos bolsos para continuar com dinheiro disponível para engordar os seus boys, amigos e comparsas de negócios.

BOM DIA, À MESMA!

Segunda Parte da Peça Quinquagésima Sexta:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895).


            E, em complemento oportuno e necessário, vamos abordar os Traços estruturais que especificam a Excepção Sueca, designadamente:
            --- A estabilidade do capital das empresas;
            --- A responsabilidade dos emprestadores;
            --- A autonomia da política monetária.

(A)     As Empresas Suecas dispõem da estabilidade do capital, o que constitui um factor de superioridade estratégica para os seus beneficiários. Procurada pela importância maciça do grupo de accionistas familiar e o compromisso das Instituições financeiras, ela desbloqueia o horizonte dos dirigentes de empresas que possuem, deste modo, a faculdade de programar projectos eventualmente promissores, todavia, mais dispendiosos e de associar a isso o seu pessoal técnico e comercial, sem exercer uma pressão constante sobre os corpos e os espíritos deste pessoal.
(B)     Os economistas europeus (vinculados, ortodoxamente às ideias de Bruxelas) não viram ou, tão pouco, quiseram ver que os emprestadores suecos conservavam as suas responsabilidades de emprestadores, evitando praticar a desintermediação e a intitulação. Singularidade suplementar da Suécia que permaneceu na sombra até que ela se revela aos olhos de todos (sem se esconder). As autoridades suecas se regozijaram então publicamente do seu país ter permanecido ao abrigo da borrasca que tinha abanado os outros mercados ocidentais do crédito, infectados pelas crenças suspeitas e duvidosas oriundas do mercado hipotecário norte-americano. Eis porque, no âmbito desta dinâmica, o Governador adjunto do Banco Central da Suécia emitiu a seguinte observação: “Como as nossas instituições financeiras só colocaram no mercado um montante não significativo dos empréstimos nas suas contas, elas não viram subir para (elas) estes créditos desvalorizados que criaram as dificuldades que conheceram outros países”.
(C)     Porém, por consequência e, enfim, a Suécia repudiou a moeda comum europeia. O Povo sueco não viu a necessidade de se incorporar no magma monetário criado à instigação e incitação da França, angustiada pela perspectiva fantasmagórica de uma Alemanha cuja reunificação devia se tornar super-potente (leia-se, outrossim, muito poderosa). Se revela, presentemente beneficiar da sua excentricidade. O Banco Central da Suécia, tendo conservado a responsabilidade da política monetária, pôde modular este instrumento fundamental de política económica, em função dos parâmetros da economia Sueca, enquanto o “grande” BCE jamais soube que atitude adoptar face à heterogeneidade crescente das economias membros, ilustrada, deplorável e lastimavelmente pelo sub consumo (italiano e germânico), por um lado e as bulas imobiliárias (espanhola e irlandesa), por outro.
(D)     Enfim e, em suma:
a.     O elevado grau de internacionalização das suas empresas (as mais importantes, diga-se de passagem), não impede a Suécia de manter uma rota monetária que lhe é própria.
b.    A exiguidade do território e a débil população não constituem obstáculo (antes pelo contrário) parece, na manutenção da soberania nacional, num domínio crucial para o mercado geral da Economia.
c.     Finalmente, por seu turno, o Banco Central de Estocolmo, o mais antigo do Mundo pôde conservar um poder que serve os interesses do conjunto dos agentes económicos locais. Com efeito (facto que vale a pena sublinhar, com ênfase), esta derradeira bússola da excepção Sueca completa a lição que ela oferece, ao invés do breviário económico e financeiro em uso nos recintos de Bruxelas.


Lisboa, 20 Outubro 2010
KWAME KONDÉ
(Intelectual/Internacionalista --- Cidadão do Mundo).

terça-feira, 19 de outubro de 2010

De DURÃO para Durão

Hnnnnn!...

Se calhar ele não tem só o rei e a rainha na barriga... Deve ter lá, mas é a realeza toda!

Contudo, com esta postura e palavreado, aposto que não vai longe na política.

É aproveitar agora que a imprensa e a televisão estão pródigas, para aparecer e fazer-se ouvir, porque o futuro candidato presidencial, Durão Barroso, não lhe vai facilitar a vida daqui para a frente.

Vai uma aposta?

JÁ ESTÁ – PARTO SEM DOR

Acabei de regressar da minha aventura no Metro; custou um pouco mais do que o previsto ―  €1,70 em vez de €1,45.

Mas por mais €2,00 tive direito a um saquinho com uma dúzia de castanhas assadas bem quentinhas.

Achei tudo muito barato. Penso que assim o governo não vai sobreviver. É preciso aumentar e muito o preço dos transportes: uma ida e volta de Metro, mesmo dentro de uma zona só, devia custar p’raí cinco euros ou mesmo mais.

Aquele dos comboios... ai...!  Aquele da “praia de Madrid” ― devia ir já a correr rectificar o Orçamento aumentando o preço dos transportes melhorando assim as receitas do Estado, até para cumprir aquela máxima de Almeida Santos: «O povo tem que sofrer as crises como o governo as sofre»

É que assim não vai dar ― está tudo muito barato e as pessoas  vão ficar com o dinheiro todo em casa, o que é muito perigoso!

Não pode ser ― tem que se tirar mais dinheiro às pessoas!