[Joaquim Letria apreciando as qualidades do presidente remunerado do Sporting]
BOM DIA!
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O treinador dos lampiões disse ontem a um repórter que o jogo em Londres vai ser difícil porque os jogadores do Liverpool «têm muita adrenalina física e mental».
VLX é do Fóculporto, e FNV é do Benfica. Escrevem no mesmo blogue, Mar Salgado. E cada um defende naturalmente o seu emblema. Divertido é ver como a cada bicada ou tentativa de bicada de VLX, FNV responde com invejável conhecimento histórico e uma saraivada de argumentos no mínimo demolidores.
No rescaldo do estripamento do fóculporto* pelo Sporting (três secos), FJV já assinou o passaporte do Pasta Medicinal Couto, Jesualdo Ferreira.
Falta agora o Manuel Serrão emitir-lhe o bilhete de viagem.
E que tal também enviar um par de algemas lá para cima!?...
* Esta paga direito de autor: é de FNV.
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Ontem o Chelsea perdeu em casa por 2 a 4 com o Manchester City. Um jornalista inglês escreveu esta crónica no tablóide The Sun.Como se pode constatar o jornalista limita-se a descrever o que viu acontecer ante si. Por uma única vez sequer faz juízos de valor sobre os intervenientes no espectáculo: não especula, por exemplo (como aposto se faria por cá até à exaustão), com o facto de na baliza do Chelsea ter estado Hilário e não Petra Cech; sobre a arbitragem nada sabemos senão indirectamente quando refere ter havido duas expulsões de jogadores do Chelsea (mas não questiona a justiça ou não dessas expulsões e sequer diz porque as houve); pois não foi para lá julgar o árbitro e não era isso que interessava, mas sim aquilo a que Gabriel Alves chama «as incidências do jogo». O nome do árbitro só é referido uma vez, no fim da crónica, na ficha do jogo.
É toda uma outra forma de fazer jornalismo de modo a trazer ao leitor o espectáculo desportivo e não as questiúnculas que dele se pode retirar com o espírito julgador do (por exemplo) “jornalista” português que passa a vida e procurar os “culpados” disto e daquilo.
Enfim, uma lição que ninguém vai aprender. Depois do Sporting Porto de hoje, tentem seguir os ditos e os escritos dos chamados “jornalistas desportivos” e vão ver o que se discutirá e se dirá do jogo. É bem capaz de ser transformado num novo “caso Casa Pia”.
A fábrica de melões de Alvalade não tem mãos a medir. De ontem à noite até agora já expediu quatro dos seis milhões de melões a destinatários privilegiados do universo desportivo português.

Na década de setenta, no Serviço de Propedêutica Cirúrgica do Hospital de Santa Maria, dirigido então pelo Prof. Cândido da Silva, o Filipe (um belíssimo cirurgião que perdeu a vida num acidente de viação) chamava-lhe «o fala-barato». Claro que de lá para cá evoluiu muito. Muitíssimo. Como hoje se ouve e se vê, aliás.
Os dragões dourados deslocaram-se a Leiria para defrontar o União. Perderam por uma bola a zero com a equipa do ex-dragão Domingos Paciência.
Os do Atlético da Tapadinha, de Alcântara e de Lisboa, tomaram o autocarro às sete horas desta manhã e rumaram ao Porto para defrontar o penta, tetra, treta campeão numa eliminatória da Taça de Portugal.