“Ser culto es el único modo de ser libre”
José MARTÍ (1853-1895)
En effet, “La traite et l’esclavage sont evidemment liés, l’une étant la condition de l’autre dans le cadre de la formation des sociétés de plantation des Amériques. Il s’agit néanmoins de deux aspects distincts de l’institution esclavagiste (...).”
Uma oportuna Leitura do
Tráfico negreiro atlântico:
NP:
Não há dúvida nenhuma, que o tráfico negreiro atlântico assume, no âmbito da História do Continente Africano, um lugar central, sobretudo, pela sua significação moral e emocional (outrossim e ainda), para a relevância que (ele), pôde ter no desenvolvimento do Continente.
Com efeito, relevantes e complexos foram os seus efeitos, que só se pode (os) compreender à luz do carácter (peculiar e sui generis), das Sociedades Africanas, forjado (muito antes), pela sua longa luta com a Natureza.
E, precisando, de modo (dialecticamente consequente), as ideias e os eventos (na verdade), o primeiro efeito a relevar é (assumidamente), demográfico, por motivos óbvios. De anotar (antes de mais), que o tráfico interrompeu o crescimento da população em África Ocidental durante dois séculos. Em seguida, estimulou formas novas de Organização política e social, o recurso à mão-de-obra servil em todo o Continente e atitudes mais brutais para com o sofrimento.
Vale a pena (de feito, sublinhar), que a África Subsariana estava já atrasado (tecnologicamente falando), porém, o tráfico de escravos apenas fez acentuar o fenómeno. Para além de toda esta dor, se afigura pertinente e fundamental, recordar que os Africanos lhe sobreviveram, preservando (amplamente), intactas a sua independência política e as suas instituições sociais. Todavia (paradoxalmente), este período vergonhoso mostrou (identicamente), a energia e força da resistência Humana sob os seus aspectos mais corajosos. Enfim e, em suma, se pode asseverar que: O esplendor da África encontra-se outrossim no seu sofrimento!















