INFORMAÇÃO
IMPORTANTE
Por favor, não
negligencie o conhecimento desta informação. Pode parecer-lhe um texto longo e fastidioso,
mas creia que é importante para si e para qualquer cidadão, em qualquer parte
do mundo, o conhecimento do mesmo. É que você pode estar hoje de perfeita
saúde, mas não se esqueça que cada um de nós é, permanentemente, e no mínimo,
um doente potencial.
Para facilitar
as coisas vou dar-lhe em primeiro lugar conhecimento das conclusões (e meus
comentários) e depois então lhe fornecerei os links para os textos-base que sustentam essas conclusões (sendo a tradução
e os comentários da minha inteira responsabilidade).
1. Os medicamentos genéricos não são
necessariamente bio-equivalentes entre si, apesar disso a substituição de um
genérico por outro é corrente.
[Comentário: A
bio-equivalência* é o problema-chave, pelo que a substituição de um medicamento
original por um genérico, ou de um genérico por outro genérico, na farmácia,
não deveria ser permitida enquanto a bio-equivalência entre o genérico e o
fármaco original, e entre um genérico e outro genérico não for provada ― Não basta o genérico conter a mesma
substância do original ou de outro genérico, é isso!].
Ver texto-base aqui: European
Society for Organ Transplantation Advisory Committee Recommendations on
Generic Substitution of Immunosuppressive Drugs. Leia o ponto 2. Do Capítulo Generic substitution.
2. Respeitante às Drogas Inovadoras ― por exemplo, para o tratamento de arritmias cardíacas
― os genéricos envolvidos, apesar da sua reportada bio-equivalência são
claramente não-equivalentes sob o ponto de vista terapâutico.
[Comentário: Relativamente às Drogas Inovadoras, pelos vistos, nem o facto de os genéricos respeitarem
a bio-equivalência é suficiente para se confiar neles ― porque os
resultados terapêuticos são diferentes dos do medicamento original].
E nem vou traduzir: «In
patients with cardiac arrhythmias, arrhythmia recurrence, proarrhythmia, and
death have been reported in
association with antiarrhythmic drug formulation substitution. Despite
their reported bioequivalence, the
generic agents involved were clearly not therapeutically equivalent.»









