sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

(XXXV) Alors que faire?

             Prática de ACTUAÇÃO TRIGÉSIMA QUINTA:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895)

Estudando o SIDA em África (Continuação):

O SIDA (Síndroma de Imunodeficiência Adquirida) é uma enfermidade provocada pelo vírus HIV que debilita o Sistema Imunitário, tornando o corpo humano vulnerável a Infecções que acabam por o vitimar.
A enfermidade só foi (cabalmente), identificada em 1981. É (geralmente), transmissível por via sexual (através do sémen e fluidos vaginais), por via sanguínea (por contacto com o sangue infectado através, por exemplo, de transfusões ou de partilha de objetos que estão em contacto com o sangue, como agulhas de seringa, etc.), ou ainda através do leite materno.
Suspeita-se (conquanto não haja confirmação peremptória), que a transmissão possa outrossim, ser através da saliva e de outros feridas corporais.
Está excluída a transmissão através do contacto social ou através de meio aéreo (espirros, tosse, etc.).
O período de incubação é, em média, de oito (8) anos!

As características da transmissão da enfermidade, que já vitimou largas centenas de milhares de pessoas em todo o Mundo, determinaram a identificação dos chamados “grupos de risco”, com evidência para os homossexuais e toxi-dependentes,  conquanto hoje seja mais relevante ter em consideração os “comportamentos de risco”, já que é o grupo heterossexual o mais atingido.
A prevenção (nas suas várias dimensões), vai do parceiro único ao uso do preservativo, da troca autorizada de seringa ao controlo do sangue usado nos hospitais.
De referir, enfim,  da existência do AZT, medicamento (mais eficaz contra o SIDA), que retarda a evolução da enfermidade!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

(XXXIV) Alors que faire?

            Prática de ACTUAÇÃO TRIGÉSIMA QUARTA:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895).


SIDA não é mais nem menos que a SIGLA do
Síndroma de Imunodeficiência Adquirida, mais
Conhecido sob o seu acrónimo SIDA (em inglês:
AIDS, por seu turno acrónimo de Acquired Immune
Deficiency Sindrome), ou SIDA, em português.
                        Define-se, como: Um conjunto de sintomas
            Consecutivas à destruição de várias células do
            Sistema Imunitário por um retrovírus.

(A)                         Na verdade, o vírus responsável pelo SIDA, propagou-se (menos rapidamente), na África Ocidental (quiçá), porque as estradas (que conduzem), para o norte desde o epicentro congolês estavam menos desenvolvidas. Demais (e por outro), numerosas citadinas da região, comerciantes, conheciam uma maior independência económica. Aliás, quase todos os homens () eram circuncisos e (por outro), a enfermidade (sexualmente transmissível), mais perigosa (a provocada pelo herpes simplex V-2), aí se encontrava menos difundida que algures. Enfim, de salientar (outrossim), que as permutas de parceiros permanecia pouco espalhadas nas sociedades muçulmanas.
(B)                         O principal Centro de infecção pelo VIH-1 foi a Cidade de Abidjan (Costa do Marfim), donde as prostitutas e os seus clientes difundiram a enfermidade para outras cidades costeiras, enquanto os trabalhadores itinerantes a propalavam no norte e nas regiões de savana. E, mais à oeste, na Guiné-Bissau, uma forma menos virulenta (o VIH-2), aparentemente, contraída junto dos macacos da região, torna-se (brevemente), epidémica durante a guerra de libertação de 1960-1974. Todavia, de anotar, que declinou, ulteriormente.
(C)                         De referir (entretanto), que na África do Norte, a enfermidade permanecerá pouco espalhada (antes de tudo), por razões que se prendem com os constrangimentos impostos pela religião muçulmana, no atinente aos comportamentos sexuais. Já agora, para os integristas, o SIDA foi mesmo considerado como uma consequência da Jahiliyya.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

JORNAIS ONLINE

Cada vez há mais jornais portugueses online a quererem que paguemos para os ler. Se quando eram gratuitos, eram mal feitos, mal escritos e desactualizados; por que raio de razão haveríamos de pagar uma assinatura para os continuar a ler, quando há jornais online de alto gabarito (como o Le Monde e o Financial Times, para só dar dois exemplos) que só nos pedem que estejamos inscritos como leitores para termos acesso a eles!

Sabemos que a crise dos jornais não é de hoje; mas não se peça ao leitor de jornais que pague um produto que de há muito deixou de ser um veículo de informação isenta para ser uma peça de uma engrenagem empresarial e política cujo objectivo é deformar e manipular a opinião pública. 

(XXXIII) Alors que faire?

 Prática de ACTUAÇÃO TRIGÉSIMA TERCEIRA:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895).

Et Alors
            África
Continente-Berço da Humanidade,
Mais que nunca é a Hora
Da tua nova AURORA!
Avante!


NP:

            Os Africanos “colonizaram” uma região (particularmente), hostil do Globo em nome de toda a Raça Humana. O povoamento do Continente, a coexistência do Homem com o seu ambiente, a construção de Sociedades duráveis e a defesa contra as agressões oriundas das regiões mais favoráveis constituem os eixos principais da História do Continente Africano.
            Todavia, esta História, quão épica é (identicamente), marcada por feridas e cicatrizes respectivas!
            Donde e (com efeito), estudando (avisadamente), a escravatura, fica-se a conhecer (deste modo), a saber, que o sofrimento, se encontra no cerne/imo da esperança africana.
            De sublinhar (antes de mais), que contra este sofrimento, os Africanos “elaboraram defesas” que lhes são peculiares. Eles colocam a resistência, a coragem e o sentido/sentimento de honra (em primeiro plano), entre todas as virtudes.
            Tantos valores graças aos quais, enfrentam os magnos reptos/desafios do mundo contemporâneo, designadamente:
            --- A instabilidade política
            --- As guerras
            --- As Mudanças culturais
            --- E (sobretudo), a propagação do SIDA.

            Eis-nos perante “uma História excepcional de populações excepcionais”, uma Comunidade de destinos que vincula numa única História os primevos Humanos aos seus descendentes do presente.

            E, para principiar (de modo), assaz clarividente, este nosso Estudo (leia-se, outrossim, um conjunto de elóquios oportunos e pertinentes sobre o nosso Continente), nada melhor, que abordar (em primeiro lugar), a problemática que se prende com o SIDA em África.

            E (antes de mais), em sinopse elucidativo: Afinal o que é o SIDA?!...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

1946 - 1974

Esta é uma pequena amostra da biografia de Manolis Glezos, na parte que diz respeito à sua história de luta pela Liberdade e  ao preço que pagou por isso.

«The end of World War II was not the end of Glezos' plight. On March 3, 1948, in the midst of the Greek Civil War, he was put to trial for his political convictions and sentenced to death multiple times by the right-wing government. However, his death sentences were not executed, because of the international public outcry. His death penalties were reduced to a life sentence in 1950. Even though he was still imprisoned, Manolis Glezos was elected member of the Hellenic Parliament in 1951, under the flag of the United Democratic Left, also known as EDA (Greek: Ενιαία Δημοκρατική Αριστερά, ΕΔΑ). Upon his election, he went on a hunger strike demanding the release of his fellow EDA MPs that were imprisoned or exiled in the Greek islands. He ended his hunger strike upon the release of 7 MPs from their exile. He was released from prison on July 16, 1954. On December 5, 1958 he was arrested and convicted for espionage, which was common pretext for the persecution of the supporters of the left during the Cold War. His release on December 15, 1962 was a result of the public outcry in Greece and abroad, including winning the Lenin Peace Prize. During his second term of post-war political imprisonment, Glezos was reelected MP with EDA in 1961. At the coup d'état of April 21, 1967, Glezos was arrested at 2 am, together with the rest of the political leaders. During the Regime of the Colonels, the military dictatorship led by George Papadopoulos, he suffered yet another four years of imprisonment and exile until his release in 1971.
Manolis Glezos' political persecution, from the Second World War to the Greek Civil War and the Regime of the Colonels totals to 11 years and 4 months of imprisonment, and 4 years and 6 months of exile.»


Manolis Glezos, o escritor grego que há quase 70 anos retirou a bandeira suástica nazi da Acrópole de Atenas, voltou à rua, aos 89 anos, para incitar o povo grego a lutar de novo contra a Alemanha e contra o nazismo renascente.





(XXXII) Alors que faire?

Prática de ACTUAÇÃO TRIGÉSIMA SEGUNDA:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895) 

Continuação da Posta anterior:

(1)           Como deixamos a entender na posta anterior (na verdade), a mafia tende a substituir a burguesia e (a fortiori), o capitalismo torna-se (fundamentalmente), mafioso (concretamente), à partir do instante em que o desencanto do Mundo se cumpriu! Donde e daí, já não há mais relativo, mas absoluto! Sim (efetivamente), já não há re-encanto relativo, em e para a modernidade burguesa. No desencanto absoluto, a o poder dos poderosos joga-se (sem consistência), sem conexão, seja qual for o ostium, sem a menor crença e (por conseguinte), o cinismo absoluto. Sem fé nem lei!
(2)           De sublinhar (antes de mais), com efeito, que é na era deste capitalismo mafioso, que se vê desenvolver a mentira do Estado sistemático, a política pulsional e a defesa do consumidor aditiva induzidos pelo populismo industrial. Na verdade, se o fascismo é uma enfermidade do capitalismo burguês (superveniente), como o sinal percursor do desencanto absoluto, o devir mafioso do capitalismo não é um acidente (mais ou menos), epi-fenomenal. Ou seja: É o funcionamento normal e ordinário desse capitalismo. A este respeito, o “Passo-Coelhismo” não é , infelizmente, uma mera ressurgência do “Cavaquismo”. Sim (efetivamente), é muito mais grave, mais complexo e mais difícil a pensar que esta vetusta cantiga/lengalenga!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

SPORTING ― NÃO RETIRO UMA VÍRGULA


Há dois anos escrevi este post sobre Sá Pinto. E agora que ele foi escolhido para treinador do Sporting, faço esta chamada de atenção, pois, hoje penso o mesmo que na altura pensava do personagem; e também porque sei que não se muda de carácter.

CONVITE

(XXXI) Alors que faire?

 Prática de ACTUAÇÃO TRIGÉSIMMA PRIMEIRA:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895)

Na peugada do Capitalismo mafioso”...

            NP:
                        Na verdade e (na realidade), há, neste mundo (quiçá), cada mais e mais infecto, cousas e lousas...
                        Com efeito, a mafia tende a substituir a burguesia e (por seu turno), o capitalismo (destarte), torna (fundamentalmente), mafioso (concretamente), à partir do instante em que o desencanto/decepção do  mundo cumpriu!...
                        Já não é relativo, mas absoluto, visto que já não há re-encanto relativo!...Hélas!...

(I)
            O fracasso/malogro histórico do soit-disant “comunismo” terá sido (quiçá), devido à sua real incapacidade para pensar a associação, ou seja, a sua renúncia a lutar contra a proletarização como perda de saber e sobre os “curtos-circuitos”, no âmbito da trans-individualização, que são (evidentemente), características do totalitarismo burocrático estalinista. Demais, como se fosse o da totalização das condutas oriundas do marketing. Ou seja: Já não é sobre o modo de dissociar o capitalismo e o “comunismo” diferençados --- o que os marxistas situados (fora do estalinismo) e contra ele jamais souberam criticar (à fundo), porque (eles),confundiram proletarização e pauperização.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

NO PASSARÁN!

Amanhã, quando o fascismo alemão dominar politicamente a Europa através dos governos fantoches que vai nomeando ou protegendo em cada país ou em cada protectorado (como Portugal, por exemplo), renascerão das cinzas as polícias políticas, os bufos e os traidores; e os cidadãos livres pagarão de novo, com a sua liberdade, o preço de não se submeterem, de não violarem a sua consciência, de manterem íntegra a sua dignidade.

Amanhã voltarei a lutar para poder falar, para poder escrever, para poder exprimir o meu pensamento. 


Alguns pagarão com a liberdade, outros com a própria vida, outros ainda com sacrificadas tremendos, este regresso histórico que a bárbara Alemanha pretende fazer na Europa ― antes de ser mais uma vez derrotada.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

HISTÓRIA DE CABO VERDE

Quem tiver a curiosidade intelectual de adquirir um conhecimento breve da História de Cabo Verde, encontra aqui neste artigo muita informação de interesse.

O autor fez um trabalho digno de realce, admiração e agradecimento, tanto pela sua (dele autor) qualidade de escrita e rigor histórico (descritivo e cronológico), bem como, e sobretudo, por se ter distanciado correctamente dos acontecimentos relatados, no que não se deixou envolver emocional, ideológica, política ou etnicamente, ao longo de todo o texto narrativo, abstendo-se totalmente de opinar. ― 20 valores para este trabalho.

A natureza e clareza deste trabalho (bem como uma boa quantidade de textos históricos antigos catalogados em bibliotecas e arquivos de Portugal, Itália e Holanda) demonstram, sem quaisquer dúvidas, que será muito difícil (senão impossível) acontecer algo que já se sussurra em Cabo Verde: o nascimento de um projecto financiado com dinheiro fresco destinado a (re)escrever a História de Cabo Verde revendo-a sob o prisma ideológico e etnológico, adaptando-a a uma corrente política nacionalista-africanista perseguindo a consagração in nomine de figuras gradas (e algumas até menos gradas) dos movimentos de libertação das colónias, no que o povo cabo-verdiano sairia com um papel de apenas suporte das lutas “encabeçadas” por este ou aquele herói ― quando, na verdade, o verdadeiro e único herói que sobressai na História de Cabo Verde ― e merece por isso todos os pedestais que se possa imaginar ― é o Povo cabo-verdiano, ele próprio.

(XXX) Alors Que faire?

            Prática de ACTUAÇÃO TRIGÉSIMA:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895).

Eis a Hora de escolher adequadamente!...

                        NP:

            Na sua acepção mais lata, o Ambiente representa (com efeito), tudo quanto nos circunda: Os elementos e as paisagens, os animais, os micro-organismos e os nossos alter-ego. Todos tornados invisíveis graças de estar presente! Invisíveis e (não obstante e a despeito disso), fundamentais para a nossa vida e existência.
            Desde (aproximadamente), um século, a percepção individual e colectiva do nosso Ambiente passou de uma abordagem local para uma visão planetária, confirmada pelos clichés da Terra que nos são enviadas pelos satélites. Destarte, o Ambiente é (presentemente), percebido (concomitantemente), como um direito (mais outrossim), um dever (em presença das gerações futuras), um território a tratar com deferência, até a restaurar como um capital-Natureza à fazer frutificar sem o devastar.
            Eis porque (aliás), se impõe falar (não, não senhor), do ambiente, mas sim (efetivamente), de ambientes, sobretudo se tivermos presente, por exemplo:
            --- As interações (que existem), entre os genes e os seus múltiplos níveis de Ambiente.
            --- As interações entre as dissemelhantes espécies que constituem a microfauna do solo ou ainda entre os vírus, as bactérias e os homens.
            De feito e, em suma: Eis-nos perante uma trama (assaz complexa), que enforma (em substância), este nosso tecido planetário”.
                                    Ou seja: Exprimindo, mas assertivamente, somos
                                    Conduzidos (ipso facto), para uma noção/conceito
                                    De “Um ambiente em que o Ser Humano não está
                                    (evidentemente), ausente”.
            Com efeito, a sedentarização do Homo Sapiens, o seu crescimento demográfico e a sua inacreditável expansão contribuíram (em parte) para fragilizar o tecido que o envolve...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

POR PATRIOTISMO – E POR REALISMO

Se Cabo Verde fosse rico como Angola é. Se eu governasse esse Cabo Verde rico e tivesse poder para isso. Tentaria investir em Portugal de forma a controlar: a Caixa Geral de Depósitos, o BES e o BCP; a EDP e a REN; a ANA e a TAP; a RTP, a SIC e a TVI; a Olivedesportos, a Impresa e a Ongoing; o porto de Sines e o de Leixões; a CP, a REFER, o Metro e a Estradas de Portugal.

E colocaria nas entradas do Algarve cancelas com portagens a preços proibitivos para turistas alemães, austríacos e nórdicos.

Afastaria de Portugal o espectro de ser engolido pela histórica e geneticamente incorrigível Alemanha, a qual ficaria a falar sozinha.

Et voilà!

EU NÃO SOU PIEGAS

FRIO!?... QUAL FRIO?!

Adolf Hitler

FIXEM ESTA CARA

DÁ-ME NÁUSEA




Creio que este indivíduo, João Proença de seu nome, ficará na história do movimento sindical como um traidor.

(XXIX) Alors Que faire

Prática de ACTUAÇÃO VIGÉSIMA NONA:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895)

            E, já agora (et pour cause):
Uma elucidativa elocubração sobre:
A questão da temporalidade própria à l’être-revoltant:

(a)           Com efeito, a questão da temporalidade própria à l’être-revoltant tem um valor ontológico-político absoluto. Quando o curso rotineiro da História deixa sobrevir a revolta (fatalmente inesperada), degusta-se um acidente do tempo capaz de abalar a fisionomia pela irrupção de um evento infrequente e incomum.
(b)           De feito, a revolta é a condensação de uma política que poder-se-ia (legitimamente), considerar por aristocrática em razão do que (ela) comporta de inaudito: O exercício mundano do ser-revoltante que inquieta tudo o que é. A revolta é aristocrática pois que (ela), coagula nela o que há de singular no Mundo e (tudo quanto dele diz respeito). Demais (potencialmente), toda a gente (leia-se um evento/acontecimento serial da singularidade).
(c)           A emergência da raridade/singularidade da política constitui um verdadeiro estado de exceção, na acepção em que BENJAMIN considera a sua própria inclinação revolucionaria como algo estranho ao tipo de consequências jurídicas, que acarreta a suspensão soberana da lei. Na verdade (de anotar), a revolta é uma verdadeira exceção por que (ela), coloca a existência da política (para além), de toda referencia à um princípio (teológico, jurídico, político): Uma política (para além), do primado ontológico do poder, visto ser (algo de anormal) e (por conseguinte), outrossim algo de assaz raro, obviamente!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

ESTÁ TUDO MALUCO

Passos Coelho: Portugal vai cumprir o seu programa "custe o que custar".

«O primeiro-ministro afirmou na terça-feira que Portugal vai cumprir o seu programa de assistência económica "custe o que custar", respondendo a quem pede a sua renegociação e aos "analistas" que dizem que o País "vai falhar".»



Pergunto só:

― Se custar a soberania nacional, cumpre-se à mesma?
― Se custar milhares de mortos à fome, cumpre-se à mesma?
― Se custar uma guerra civil, cumpre-se à mesma?

Eu só posso achar que ele acha que sim.

É isso! Não é isso?!...

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

XXVIII) Alors Que faire?

Prática de ACTUAÇÃO VIGÉSIMA OITAVA:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895).

(A)

            Com efeito (et pour cause), vendo bem com “olhos de ver”, a revolução é uma transformação do estado das coisas, que aspira em estabelecer (historicamente), contra o passado, um outro sistema de poder. O fim que prosseguem os revolucionários, a criação de uma nova autoridade política, pressupõe uma transformação da existência individual e colectiva.
            De sublinhar (antes de mais), que, se a revolução é um fenómeno susceptível de fazer evoluir a História, já a revolta (por seu turno), é um evento/acontecimento que rompe toda evolução objectiva dos eventos históricos. Ela não tem história e (quiçá mesmo), nada de verdadeira genealogia. Pode-se (quando muito, no máximo), associar-lhe uma cronologia que apenas faz um com o seu evento.
            Todavia (de anotar), que enquanto a revolução é uma manifestação (tipicamente), moderna, as revoltas surgem, desde que o homem existe. Elas acompanham o processo onto-genético e a expansão histórico-cultural da Humanidade. Donde e daí, não ser (por conseguinte), falso afirmar que a revolta promove e torna (ontologicamente), pensável o que abriga a ideia de um oximoro radical. Ou seja: Um “Evento/acontecimento permanente”.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

(XXVII) Alors Que faire?

Prática de ACTUAÇÃO VIGÉSIMA SÉTIMA:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895)

“L’être-révoltant” é o que no imo do Humano permanece (eternamente), indefinível. Designa uma tensão sem fim
na própria finitude ao que é Humano: UMA DISPOSIÇÃO
INESGOTÁVEL PARA A MUDANDÇA...

IL EST BEAUCOUP PLUS AGRÉABLE DE FAIRE LA RÉVOLUTION
QUE D’ÉCRIRE SUR ELLE”.

            “Pour instaurer la relation politique (problématique, inédite, tangible) entre le singulier et le pluriel, il nous faut bouger. Les révoltes que se répandent dans le monde à l’aube du XXIº Siècle, rendent cette tâche difficile un peu moins difficile. Elles nous indiquent par où il faut commencer”.

                        NP:

                        Com efeito, a figura da revolta suscita a desconfiança/suspeita. Prefere-se-lhe (geralmente), a da revolução. Todavia (et pour cause), se nos afigura mais apropriado considerar (pelo contrário), a revolta como o pressuposto ultra-político de toda política verdadeira, visto que (ela) se encontra (ontologicamente), inscrita em cada um de nós. Demais, o Ser só pode (com efeito), se exprimir (leia-se, de melhor forma), no âmbito da sua propensão fundamentada na revolta, pois que Ele é (sûrment), o “Être révoltant”.Donde, se nos afigura (antes de mais), pertinente e oportuno relevar: é que mesmo o que há nela (a revolta obviamente), de (politicamente) enigmática nos coloca em presença do que “existe de mais Humano na vida e existência Humanas”
                        De feito, a revolta é um fenómeno por alguns conspectos, indecifrável, visto que (ela em si mesma) é (conceptualmente), opaca. Trata-se (precisamente), de algo que escapa à toda definição, tanto quanto (ela), se tornou efetiva. Não há (por conseguinte), nesta acepção, pensamento da revolta. Sim (efetivamente): Unicamente ACTOS revoltantes!...

ORA SUS!

                        QUIÇÁ
                                   Chegou a Hora do
“ÊTRE RÉVOLTANT”! Leia-se (avisadamente), na esteira e peugada
de ALBERT CAMUS (1913-1960): “L’Homme révolté” (1951), quando nesta magnífica Obra, exara:
Apparemment négative puisqu’elle ne crie rien,
La révolte est profondément positive puisqu’elle
Révèle ce qui, en l’homme, est toujours à se
Defendre...L’histoire d’aujourd’hui, par ses contestations
Nous force à dire que la révolte est l’une des dimensions
Essentielles de l’homme. Elle est notre réalité historique.
A moins de fuir la réalité, il nous faut trouver en ele
Nos valeurs