“Ser culto es el único modo de ser libre”
José MARTÍ (1853-1895).
Toda parada/peleia!...
(1) O término do século XX (pretérito), viu as sociedades humanas (pelo menos ocidentais), privilegiar o hedonismo individual, valorizar (ao extremo, ao derradeiro ponto), as potencialidades sensuais do corpo. A mulher reivindica (por seu turno), um prazer orgástico/erestimal autónomo até presentemente reservado ao homem. A articulação desta “liberação” com a prática da contracepção é (provavelmente), mais ambígua que se o pensa!
(2) Na verdade e (sem embargo), o conjunto das atividades humanas se encontram (com efeito), cada vez mais viradas para um consumo imparável e (por conseguinte), insaciável. O “filho do amor” aparece mesmo “datado”, como estes filmes do início do século XX, que, congraçam as sequências do beijo voluptuoso e do primeiro vagido/choro/grito. Eis porque, neste particular, não deixa de ser interessante e elucidativo, trazer à colação: Êxitos públicos, designadamente, em França e não só, como é o caso do livro: “La vie sexuelle de Catherine M” (Editado, em 2001), da autoria da curadora, crítica de Arte e escritora francesa, Catherine MILLET (n-1948), no qual, a autora (encena os seus fantasmas e a sua vida sexual)-dizíamos- acabaram por desarticular (totalmente), prazer do sexo e alegrias da concepção/geração/criação.


