terça-feira, 19 de julho de 2011

PÉROLAS DO "JORNALISMO" PORTUGUÊS


Título de notícia no jornal "i", de hoje.

«Temperaturas vão continuar-se mais baixas que o normal para Julho»

Mais um escriba inimigo da gramática.
Desconhece o que são verbos transitivos e verbos intransitivos.
Sei lá se sabe ao menos o que é uma transição...!

Pois! E isto vai continuar. Ou será «continuar-se»?

Temas para Reflexão:

Peça ensaística Quinta:


Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895).

                                    Prosseguindo o nosso Estudo, temos (então), a expender (ainda), o seguinte:

(1)    O acesso a condições de vida (e de existência), da qual a burguesia dava o exemplo constituiu, desde o século XIX, um dos estimulantes (mais relevantes), para tornar suportável o esforço exigido às outras classes e o efeito desmoralizador desta ordem nova das coisas (repercutido pelos médias sob a forma de reportagens, romances, filmes, ficções televisivas), é algo (assaz), comum.
(2)    De sublinhar (por outro), que a escalada de um cepticismo crescente quanto a capacidade das instituições capitalistas (como a OCDE, o FMI ou o Banco Mundial), das multinacionais ou dos mercados financeiros em manter para as gerações (actualmente), escolarizadas, o nível de vida económico e (mais usualmente), o estilo de vida, que foi o dos seus pais, é (disso), uma das manifestações (mais evidentes). Ela se acompanhou (particularmente), no decurso dos três últimos anos de uma exigência social crescente de pensamento crítico susceptível de dar expressão à esta inquietação difusa e do mesmo modo fornecer (pelo menos), ferramentas/utensílios de inteligibilidade (o melhor possível), uma orientação para a acção. Ou seja: Neste caso (em concreto), uma Esperança!
(3)    Ora, forçoso é verificar, que a crença no progresso (associada ao capitalismo desde o início do século XIX, no entanto, sob formas variáveis), que tinha constituído, desde a década de cinquenta do século XX, o credo das classes medias, que se afirmaram de “esquerda” ou de “direita”, não encontrou substituto, excepto um chamamento (pouco entusiasmante) “das duras leis da economia” (rapidamente) estigmatizado sob a denominação de “pensamento único”. Ao mesmo tempo, as vetustas ideologias críticas anti-sistémicas (para retomar o vocábulo) de IMMANUEL WALLERSTEIN malogravam, na sua função de destabilização da ordem capitalista e (já não) apareciam como portadoras de alternativas credíveis.

DIÁRIO DA CRISE

Só há uma categoria de pessoas sérias que não vai precisar de consultas de psiquiatria, de ansiolíticos e antidepressivos; de uma corda para se enforcar ou de uma bala ou um veneno para pôr termo à vida. É a categoria das pessoas que tiveram sempre juízo, souberam agir proactivamente e se encontram na situação de empregadas ou aposentadas, sem dívida alguma e com a educação dos filhos resolvida. Isto quanto a pessoas sérias.

Sendo que os aldrabões encartados, os empresários protegidos do poder, os banqueiros agiotas e os políticos e boys dos partidos, estes estão em boa posição e também não vão precisar de assistência para a sobrevivência, o suicídio ou a eutanásia.

― E o Povo, pá?!...
― Bem, o Povo... ou será transformado em sabão alemão, ou adverte a sério os governantes e os poderosos fazendo-os saber que estes também são boa matéria-prima para fazer sabão macaco.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

ROSSINI

Gioacchino Rossini teve uma enorme popularidade e notoriedade no seu tempo compondo 39 óperas em apenas 19 anos.

Aos 37 anos de idade, rico e abastado, Rossini retirou-se das “lides” artísticas (operáticas e compositoriais) e durante os 39 seguintes longos anos eclipsou-se quase totalmente tendo composto apenas 2 óperas.

Foi Wagner quem mais tarde viria a revelar o segredo: Rossini ter-se-ia despedido da carreira de compositor para se dedicar aos «seus dilectos prazeres de cozinheiro e de gourmet».

Há várias historietas sobre esta fascinante personagem que acabou os seus últimos dias ― tal como Marlon Brando, já no nosso tempo, escolheu fazer, em parte (não cozinhava) ― retirado na sua casa, gordo, desfrutando abundantemente os prazeres da boa mesa e o convívio com os seus convidados para quem cozinhava.

José Quitério, no seu livro, Histórias e Curiosidades Gastronómicas conta-nos a seguinte historieta sobre Rossini:

«O compositor só chorou três vezes na vida: aquando da estreia de Il Barbiere de Siviglia (que foi um tremendo fracasso); ao ouvir, certa vez, uma ária cantada pelo tenor Caraffa; e num dia em que passeava de barco num lago, em boa companhia, e um descuido infeliz fez com que caísse à água o peru trufado da merenda.»

PORTUGUÊS DE ‘JORNALISTA’

Titula hoje o Diário de Notícias:


Quer dizer: os medicamentos foram utilizados por alguém... que os expeliu depois naturalmente! Foram de novo administrados a alguém... e voltaram a sair pela segunda vez, expelidos naturalmente, tornando-se assim “medicamentos reutilizados”!

E agora o (des)governo pretende distribui-los para que alguém volte a tomá-los... pela terceira vez.
― É isso, ou não é isso!?...

Devem ser comprimidos de aço ou de titânio! Ou uma invenção qualquer mais sofisticada que algum ministro 'estrangeiro' trouxe para o país.

Nunca se sabe...!

domingo, 17 de julho de 2011

UM SER ÚNICO (Por assim dizer)

Não! Não estou a falar de Jorge Lima Barreto.
Estou a falar de Pacheco Pereira.
Obviamente.

O músico, Jorge Lima Barreto, morreu no passado dia 9. Antes de lhe fazer o elogio, de lhe retratar o carácter, a genialidade e a “marginalidade” do trajar Pacheco Pereira tratou de enxotar as moscas para ficar sozinho em cena e dizer-nos, a nós seres desprezíveis: ― «Estejam calados, se fazem o favor! Eu, sim, fui verdadeiramente amigo dele».

Faça-lhe bom proveito, pá!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Temas para Reflexão:

Peça Ensaística Quarta:


Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895).

(I):

                        Na verdade:
                                    O compromisso estabelecido (nos anos do após guerra), em torno do Tema da escalada das “classes médias” e dos “quadros”, que tinha constituído uma escapatória aceitável às inquietações da pequena burguesia, se vê posta em perigo pelas profundas mudanças operadas na dinâmica evolutiva do modelo de Sociedade vigente.
                                    De feito, “pequenos patrões e independentes empobrecidos” (até arruinados), pela crise de 1929 ou ocupantes de empregos intermediários nas empresas (ameaçados pelo desemprego), os membros de categorias sociais médias, amedrontados (além disso) pela escalada do “comunismo” cujas greves de 1930 tinham tornado a ameaça tangível, tinham sido numerosos, na segunda metade da década dos anos 1930, a ver no fascismo, o único baluarte contra os excessos do Liberalismo.
                                    Por seu turno, o desenvolvimento do papel do Estado no término da Segunda Guerra Mundial e o advento das grandes empresas, ofereceram uma nova possibilidade de viver (“burguesmente”) e compatível com o assalariamento crescente da Economia.

(II)
                                    Sabe-se (com efeito), que, até meados do entremeio das guerras (aproximadamente), o ordenado/vencimento constitui (escassamente), o recurso único ou mesmo o recurso principal dos membros da burguesia, que beneficiavam (outrossim), de relevantes rendimentos patrimoniais e que o dinheiro que recebiam (na qualidade) da sua pertença à uma organização privada e (por isso mesmo), não eram considerados como um “salário”. Aliás, os termos de “salário” e de “assalariados”, estavam (praticamente), apenas reservados aos operários.


                                    De feito, estes patrimónios, compostos por bens imobiliários (sobretudo) e (outrossim e ainda), por uma fracção crescente (durante o período, que decorre entre as duas Grandes Guerras), de valores imobiliários (rendas, obrigações), a pouco e pouco, são laminados (em primeiro lugar), pela desvalorização da moeda, nos anos 1920, depois pela crise dos anos de 1930.
                                    Os engenheiros e (com eles), fracções (cada vez mais e mais), extensas da burguesia, entram (então); na esfera do assalariamento (o que), corresponde (antes de mais), para eles a uma baixa importante de nível de vida, período que vai até à implantação (nos anos do após Guerra), de uma nova ordenação dos recursos económicos, que acarreta um novo estilo de vida para as profissões superiores, apoiadas em novos dispositivos de segurança (não mais), patrimoniais, porém sociais. Ou seja: reforma dos quadros, importância crescente dos diplomas na determinação dos salários e das carreiras, incremento singular das carreiras, no decurso da vida e da existência (que facilita o acesso ao crédito), sistemas de Segurança Social reforçados por mutualidades, estabilidade dos rendimentos salariais pela institucionalização de procedimentos de revisão dos salários (em função) da evolução passada dos preços ao consumo, quase garantia do emprego em grandes organizações (que asseguram) aos seus quadros “planos de carreira”, ofertando serviços sociais (cantinas, cooperativas de compra, colónias de férias. clubes desportivos). Deste modo, despontou uma nova possibilidade de viver (“burguesmente”), desta vez, no interior do assalariamento.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

EUROBONDS

No AlbergueEspanhol, Vasco Campilho explica-nos sucintamente quais os «três elementos constitutivos» dos eurobonds que os poderão tornar credíveis e merecedores de um uma classificação AAA das agências de rating.



Ora bem, não sendo nós ingénuos, pelo que temos visto de reacções dos países da União Europeia, uns em relação aos outros (tentando cada um estigmatizar e afastar os leprosos de si); verificando os ganhos fabulosos que os bancos alemães têm conseguido com as dívidas da Grécia, Irlanda e Portugal; está bem de concluir que só se algum dia o bunker alemão estiver sob fogo serrado, haverá eurobonds que se veja.

DUROU MUITO POUCO A ILUSÃO

Portugal é o país mais envelhecido da Europa; um lugar onde as pessoas não querem ter (mais) filhos. Quando assim é, os governos costumam dar incentivos à natalidade.

Pois, esta "coisa" que se pensava que era um governo, coisa formada por ministros que não são políticos, decide fazer esta merda contra as grávidas: acabar com a isenção das taxas moderadoras de que beneficiam.

A ilusão de que ter uns putos a-políticos nos ministérios é a chave do sucesso governativo, está-se a revelar precocemente um "flop" de consequências previsivelmente catastróficas.

Melhor talvez seja dar um brinquedo a cada um dos ministrinhos e convidar pessoas com experiência para os seus lugares a ver se ainda se salva alguns cacos antes da bancarrota e da miséria que aí vêm.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

AI COMO ESTÁ A FICAR GRANDE A SERINGAAAA...



Logo ele que dissera, ainda há poucas semanas, que conhecia bem a situação do país e «não irei desculpar-me com o passado».

Por este rápido andar para trás, qualquer dia ainda o ouviremos queixar-se de D. Afonso Henriques.

Volta Sócrates, serás perdoado!

DE CATALOGADOR A CATALOGADO

Numa viagem incrível que o levou de catalogador de «alforrecas» à condição de alforreca, João Gonçalves, actual assessor do ministro Miguel Relvas, leva o blogue dele, Portugal dos Pequeninos, à cambalhota mais venal que imaginar se possa.

SOCIEDADE ABERTA

Hoje em dia, a estandardização existente nas sociedades contemporâneas permite e determina que cada um de nós conheça aproximadamente a valia da carteira da cada um dos nossos próximos.

Isso leva muitas vezes a que sejamos repudiados ― quer quando aparecemos aos amigos como sendo o pobretanas forreta do século dezanove; como quando lhes aparecemos como o Rupert Murdoch da Reboleira.

Quer dizer: hoje em dia, mais que nunca, exige-se verdade à actuação das pessoas ― sobretudo no seu círculo mais estreito de amizades.

E, ou entendemos isto, ou estamos condenados ao ostracismo.

LEITOR DE JORNAIS

É assim que leio diariamente, de manhã, os primeiros jornais online: começo pelo Diário de Notícias e passo depois e sucessivamente, por esta ordem, aos outros jornais: Jornal de Notícias, jornal “i”, o Expresso e o jornal Sol.

Depois de lidos os fait divers, os “escândalos”, e um ou outro artigo sério deste ou daquele colaborador que eu aprecio ― passo então a ler a imprensa estrangeira começando pelo El País, o New Yort Times, o Le Monde e Financial Times, para, então sim, saber o que de verdadeiramente importante acontece no mundo.

É depois de terminada a leitura do último jornal estrangeiro, que verifico quão pobre, rastejante e indigente é essa lixeirada que se publica aqui no burgo.

SERVIÇO PÚBLICO


Como os jornais noticiaram; mas nenhum que eu tenha visto mostrou o «Rochedo Gago Coutinho», da praia de Olhos dÁgua, que «desapareceu» engolido pelo mar ― aqui vos trago a fotografia desse ex-ex-libris do Algarve.

terça-feira, 12 de julho de 2011

A LER, A LER

A EUROPA EM BANHO-MARIA

OU A ALEMANHA METIDA NO BUNKER

O Presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, cuja administração necessita da aprovação do Congresso americano para aumentar o limite da dívida e aplicar um conjunto de medidas tendo em vista a resolução dos problemas da economia americana, já declarou, e está a cumpri-lo, que reunirá, em debate, todos os dias, com os congressistas até se chegar a uma conclusão favorável sobre o problema.

Pois bem, vejamos agora o que está a acontecer na Europa. Necessitando a Europa de tomar decisões urgentes face aos problemas dos países endividados, aos quais se juntou agora a Itália ― perfilando-se a Espanha como a cliente que se segue ―, reuniu ontem o Euro grupo e em poucas horas ficou decidido... adiar a tomada de uma decisão lá para Outono próximo.

Eu estou aqui a tentar perceber como é que esse adiamento pode ser benéfico para a Alemanha. Porque só este motivo poderá estar na base do adiamento.

BOM DIA!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

MUTATIS MUTANDIS

«UM MURRO NO ESTÔMAGO»

Resumo porque já a contei aqui uma vez. Em 1970 fui à minha primeira reunião política partidária clandestina. Cerca das 23 horas alguém bateu à porta da casa devoluta, ali ao Rêgo, onde, sentados no chão, prosseguíamos a reunião.

É a PIDE, rasguem os papéis! ― ordenou Sita Vales, que dirigia a reunião. Acto contínuo todos os outros seis camaradas presentes se levantaram e fugiram para quartos vizinhos desfazendo-se cada um como podia dos papéis que tinha entre mãos.

Eu ficara sentado no mesmo sítio e olhava calmamente para tudo o que se passava em meu redor ― fora literalmente paralisado por um enorme cagaço que de mim se apoderara.

Afinal não era a PIDE, é o nosso camarada Jorge que perdera o comboio que o trazia de Coimbra e por isso se atrasou, vamos recomeçar! ― disse Sita Vales. E continuou ― mas primeiro quero felicitar aqui o camarada Agnelo que demonstrou enorme sangue frio e coragem nesta situação ―. Fiquei calado. E durante largos anos não contei isso a ninguém.

Pois querem saber uma coisa? Acho que a tão elogiada reacção (que foi nenhuma) de Passos Coelho e do Governo Português, à decisão da Moody’s de atirar Portugal p’ró lixo, foi idêntica à minha ― De um cagaço paralisante.

“COMONSENSE”

Numa das minhas habituais deambulações blogosféricas fui parar ao blogue Commonsense do Professor Pedro Pais de Vasconcelos. Gostei do que li e por isso o linkei (ao blogue, claro) aqui na coluna do lado direito, e convido os meus leitores a passarem por lá pois darão por bem empregue o seu tempo.

HOSPITAIS PÚBLICOS


Sim, sim! Eu também defendo isso. Mas não é mantendo a maioria dos actuais administradores. E defendo que se pode administrar os hospitais com menos de metade do número actual de administradores hospitalares em funções.

Uma larguíssima maioria dos administradores é constituída ainda por boys partidários que não percebem patavina daquilo que deveriam gerir. Muitos parecem lá estar apenas para “criar” obras de construção civil e promover a aquisição de mobiliário e equipamentos informáticos novos sob a fachada de estarem a fazer ‘reestruturações’ de serviços quando o que fazem é dar a ganhar muito dinheiro às ‘empresas’ contratadas para executar essas ‘reestruturações’, as quais sugam assim o dinheiro que deveria ser canalizado para outros fins ― para meios de diagnóstico, medicamentos, instrumentos cirúrgicos e outro material consumível necessário ao tratamento dos doentes, por exemplo ―.

Muitas das administrações dão a ideia de estarem-se nas tintas para a falta de pessoal (falta para a qual contribuem activamente criando propositadamente condições de trabalho cada vez mais insustentáveis para os profissionais obrigando-os assim a pedirem a demissão, a cessarem os contratos ou a irem para reformas antecipadas e daí para os hospitais privados); e outras administrações ainda estar-se-ão nas tintas para a escassez de recursos terapêuticos e humanos dos hospitais públicos que administram(?).

Mas!... As administrações estão sempre muito atentas às sacrossantas Obras: pinturas de corredores e enfermarias, reconstruções de gabinetes, halls de entrada, balcões, etc.; construção de novos compartimentos e edifícios anexos; aquisição de novos equipamentos informáticos para fins administrativos (novos equipamentos que vêem substituir muitas vezes outros equipamentos ainda novos e que funcionam bem) tudo isto dando a impressão e a ideia de que estes gastos ― não só são desnecessários, como ainda são ‘criados’ do nada apenas para dar a ganhar dinheiro a terceiros sem que isso reverta de facto, directa ou indirectamente, para benefício do doente e promoção da Saúde ― mas lá que beneficiará alguém... sem dúvida que beneficia ―. Estes últimos dois aspectos ― beneficiar o doente e promover a Saúde ― que deveriam ser a preocupação principal de qualquer administração hospitalar, só “de boca” estão presentes.

Nunca mais me esqueço de Correia de Campos no Parlamento declarando solene e veementemente que defendia o fecho de maternidades porque «queria dar mais segurança às grávidas» ― na mesma altura em que se promovia nos hospitais de referência em Lisboa, a poda nas equipas obstétricas de urgência diminuindo-lhes o número de elementos, fragilizando-as e tornando-as menos seguras para as grávidas.

Eu vi e vivi, então, por dentro, o terrorismo selectivo que, no Serviço Público de Saúde, precedeu a debandada (superiormente promovida) dos profissionais de saúde para estabelecimentos privados similares.

Nunca dantes vira tamanha incompetência na gestão de hospitais! Ou, se calhar, tamanha competência na execução de uma agenda oculta!

O BEM PÚBLICO DESTE PAÍS ESTÁ A SER DESTRUÍDO, DE FORMA PROGRAMADA, DESDE HÁ JÁ QUASE UMA DÉCADA.

Os historiadores que cumpram depois o seu papel!...


Nota: Lanço daqui um desafio ao Senhor Ministro da Saúde: Convide-me para um dos cargos de administrador de qualquer um dos hospitais públicos de Lisboa (desde que substituída a actual administração); pague-me apenas o que eu vinha ganhando como especialista antes da reforma antecipada para que fui empurrado e exija depois um bom desempenho ao colectivo responsabilizando-o em conformidade com a Lei.

UMA INDECÊNCIA


Claro que é uma indecência!

E explico porquê: ao "oferecer" aos mais pobres as misericórdias (estas, pobres em recursos humanos, em meios e em especialização) o que acontece é que a via fica aberta para a degradação, o desmantelamento e o fecho de hospitais públicos: uma vez que quem tem mais dinheiro irá para os hospitais privados onde será tratado condignamente.


A conversa de Cavaco esconde a realidade e serve para dar cobertura às maldades do governo contra os mais fracos, os mais pobres e os mais desprotegidos. É a direita em todo o seu esplendor maquiavélico utilizando sofismas e mentiras com o rabo de fora para enganar o pagode.

BARAFUNDA NAUSEABUNDA


Este (des)governo já se revela incompetente porque inconstante nas suas ideias e convicções (antes apoiava as agências de 'rating' ― nunca esquecer disto) e dentre em pouco surgirão outras trapalhadas vindas de vários ministérios cujos titulares têm estado caladinhos que nem ratos deixando falar o seu "primeiro".

Aguardemos pelas "novidades" que surgirão dos ministérios da 'educação'; da 'saúde' e do da 'economia e trabalho (este um ministério que é uma autêntica salada que nem ao diabo lembraria).



A procissão ainda nem saiu da igreja e a barafunda já abunda.

sábado, 9 de julho de 2011

A OSTRA

EIS O HOMEM

João Gonçalves, realizador, produtor e intérprete do blogue Portugal dos Pequeninos, era, até há pouquíssimos meses, um crítico feroz de Pedro Passos Coelho, a quem chamou vários nomes feios ao longo do tempo, tendo ficado para a posteridade o nome de “Alforreca”.

Pois bem, Miguel Relvas, ministro de Passos Coelho, convidou João Gonçalves para assessor do governo...

E aqui temos João Gonçalves ― miudinho, reverentíssimo, agradecido e obrigado ― obrigado com este convite a engolir todos os sapos e demais fauna que trouxera à blogosfera como avatares de Passos Coelho.

Quem lesse (como eu li) as diatribes passadas de João Gonçalves, era levado a ver no escriba um ser com coluna vertebral de aço (no mínimo) capaz de arrostar com todas as contrariedades e maus ventos para manter princípios, opiniões, apreciações políticas, etc.

Pois... O homem é o que podem ver agora: parece uma ostra amestrada...

Comprada ao preço de um ordenadinho mensal...!

Nota: O blogue, Câmara Corporativa, apoiante incondicional de Sócrates e do PS, publica aqui uma pequena recensão sobre os ‘escritos’ de João Gonçalves.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

FELÍCIA CABRITA

Gosto muito de Felícia Cabrita; mas não entendo esta notícia, melhor não entendo o miolo - a história à volta do cadastrado - se calhar é uma história óbvia de mais para a minha complicada cabeça...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

O SALMO 23 AOS QUE ACREDITAM

Pacheco Pereira dedica ao governo e aos portugueses o Salmo 23 (de pernas para o ar - como uma vez fizera às setas do PSD).

« • O Senhor é o meu pastor, nada me faltará.»

AGENDA CULTURAL (Relembrando)


Dia 07 Julho 2011:

Lançamento Público, no Centro Cultural da Mala-posta (Odivelas) do Décimo terceiro livro de Poesia do EscritorMÁRIO MÁXIMO, estando a apresentação da Obra a cargo do Dr. Francisco FRAGOSO, com colaboração artística e cultural do Grupo Cénico: TCHON DI KAUBERDI. Evento com início agendado para as 18,30 Horas.

APRENDENDO

Neste último ano e meio, depois da assunção plena da crise em todo o seu esplendor, fiquei mais rico em bagagem lexical tendo aprendido dois novos termos, duas novas palavras hoje por hoje mais representativas daquilo a que se chama eufemismo. E estas palavras são “Imparidade” e “Resiliência”.

Uma imparidade não é mais que o resultado, obviamente negativo e funesto, de uma falcatrua.

E a resiliência, significa tão-só: resistência à queda, ao fracasso, ao colapso.

Da próxima vez que ouvirem um economista ou um banqueiro, armados em carapaus-de-corrida, falar em resiliência ou imparidades, chamem-lhe embusteiro.

― Volta Sócrates, serás perdoado!

CURIOSA ESTRATÉGIA DE “JOGO”

A formação dos PVLE (países vítimas do liberalismo económico) é esta: Grécia à baliza; Portugal e Espanha à defesa; Irlanda, Bélgica e Itália... também à defesa...!

No final do jogo teremos: Estados Unidos 10-0 Europa...

Com a incorrigível Alemanha mais uma vez a recolher os cacos de mais uma tentativa de se apoderar da Europa.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A IMORALIDADE NA POLÍTICA

Há menos de cinco meses, o PSD socorria-se das notações sucessivamente baixas que as agências de rating davam a Portugal para atacar o governo Sócretino e o PS.

Hoje o PSD socorre-se do PS para, juntos, carpirem mágoas, lamentarem-se e esconjurarem os males que essas agências estão a causar a Portugal. Este é todo um Tempo Novo em que o travesti e o dito por não dito voltam a florescer na política portuguesa, no Parlamento e no governo.

Ora, as agências de rating estão a cumprir o seu papel numa economia capitalista e de mercado... É para isso que elas existem: classificar as economias de vários países e darem a sua “notação” a cada uma delas. Sem interferências desses mesmos países.

Não se entende, por isso, as lamentações governamentais e PSDísticas.

Ou são liberais ou não são! Não podem é ser liberais às segundas, quartas e sextas, e não sê-lo às terças, quintas e sábados.

Pornografia, não!? Um liberal é um liberal e, lá por estar no governo, não deve começar a criticar-se e a pretender assumir posições de esquerda. Se as agências de rating eram boas até há cinco meses atrás ― e não tendo elas modificado o seu comportamento ― só podem continuar a ser aplaudidas pelo PSD quando fazem as notações dos países com economia de mercado, como é Portugal.

Teixeira dos Santos já os tinha avisado! Mas não quiseram saber de nada ― «o poder, o poder, o poder»... «Mas onde é que está o poder! Eu quero o poder» ― era o que diziam até há bem poucos meses os PSDs: os Passos, os Relvas, os, os e os....

NOVO MODELO DE REACÇÃO

Governo e Bruxelas inauguraram esta semana o N.M.R. (Novo Modelo de Reacção) aos acontecimentos e à realidade:  "LAMENTAM" que as coisas aconteçam.

Terão, portanto, ensaiado em coro a "Lamentosa" de Mozart.

Querem ver que estão já a ensaiar para o futuro a "Lacrimosa" deste compositor?!...

UM LIVRO DE KWAME KONDÉ


domingo, 3 de julho de 2011

O ARROZ DE PERDIZES

Do livro de José Quitério, já mostrado e falado:
A palavra para Mestre Fialho [Fialho de Almeida - escritor], ou melhor, para o mestre-cuco José Valentim [primeiro e segundo nomes de Fialho de Almeida]:

O meu arroz já por várias vezes mereceu as honras da Imprensa, e não admiro, porque ele é obra íntegra e cientificamente criada para lisonja dos mais subtis requintes gustativos.
V. quer que eu lhe mande por escrito a receita. Quando eu era médico acontecia pedirem-me também receitas por escrito; vai, não nas mandavam aviar...

[E vem então a receita do arroz de perdizes de Fialho. E continua a seguir José Quitério reintroduzindo Fialho]:

Receitado o pitéu, salte a historieta. Fialho de Almeida afirmou que este seu arroz de perdizes fez antecipar a Páscoa. Ouçamo-lo em diálogo com um amigo:

― E é então maravilhoso esse petisco?
Tão maravilhoso que uma vez antecipei a Páscoa com ele, de três dias.
― Como assim?
Estava a prepará-lo na rua da Condeça, em Sexta de Paixão, e nisto quatro argoladas na porta, de tremer. Vai a criada... era Nossa Senhora da Soledade, que saída na processão do enterro, vira de repente erguer-se do esquife o Salvador do Mundo, gritando «parem! parem!» ― mal lhe chegaram às ventas os perfumes ressurreccionais do meu arroz.
― Ressuscitou. E a respeito de subir ao céu?
Qual subiu ao céu! Jantou connosco. Sabe que sou médico. Pois muito à puridade lhe digo que foi também o único sucesso clínico na minha vida de doutor.

AI CORAÇÃO!...

Maria Sharapova, ontem, no torneio de Wimbledon

A MENTIRA EM DÓ MAIOR



Sócrates mentia gesticulando e fazendo nhé-nhé-nhés.
Nisto passos é efectivamente diferente – Mente com voz de barítono, em Dó-maior e afagando a melena à la Guterres.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

ROSANA SORIANO


Ganhei inesperadamente uma amiga importante. A pintora espanhola, natural de Mérida, Rosana Soriano. Gosto imenso de conviver com artistas plásticos. São pessoas com quem normalmente tenho enorme empatia.

Veja aqui alguns dados desta artista.

JOSÉ QUITÉRIO

Este é daqueles livros de alto valor cultural infelizmente consumidos apenas em pequenos nichos de mercado por não merecerem publicidade nem críticas favoráveis promocionais visto não serem "populares" e não servirem, por isso, para entretenimento, pois, o que mais se quer nesta enganada sociedade de plástico que os poderes dominantes criaram é divertir-se e esquecer as agruras do quotidiano com histórias do "jet seis" nacional, relatos de namoros, divórcios, cenas patetas e acidentes e funerais de "artistas" e ídolos de grandes massas suburbanas.

Para quem gostaria de ler este livro direi: procure-o, mas muna-se de muita, muita sorte! É que o livro está esgotado e ainda não é suficientemente velho (é de 2005) para se encontrar nos alfarrabistas. Tive a sorte de adquirir o último exemplar disponível na editora (por um grande favor do livreiro pois já estava classificado para recolher à estante das sobras únicas).

Fica aqui este cheirinho:

«Completaram-se em 18 de Outubro de 1989 duzentos e cinquenta anos sobre a morte, na fogueira, de António José da Silva, O Judeu. Assassinado pela Santa Inquisição. Tinha 34 anos de idade.
... O que é que uma coluna de gastronomia tem a ver com isso? Em primeiro lugar, feita por um homem livre, num espaço livre, tem liberdade para evocar esta ou quejanda efeméride. Depois, também aqui há matéria alimentícia a justificar o enquadramento.»

E começa então José Quitério a falar-nos acerca da alimentação dos encarcerados nas masmorras da Inquisição, passando a seguir para o autêntico regabofe que «os senhores inquisidores, apaniguados e demais funcionários do aparelho do ofício santo» protagonizavam «antes e durante os monstruosos espectáculos que encenavam.» Dizendo ainda: «Talvez até o cheiro a carne humana queimada lhes fosse estímulo para o luxo de iguarias e doces com que se banqueteavam nessas alturas.»

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A 4ª MENTIRA DE PASSOS COELHO

À ATENÇÃO DE “O JUMENTO”
Na blogosfera “O Mentirómetro de Passos Coelho”, colocado no blog O Jumento, já registou até agora 3 mentiras do primeiro-ministro. Eu acabei HÁ POUCO de registar a então 4ª mentira: O primeiro-ministro disse há bocado no Parlamento que uma das razões para os despedimentos nos Estaleiros de Viana do Castelo prende-se com «a falta de encomendas» a essa empresa.
Honório Novo, deputado do PCP (não desmentido por ninguém no Parlamento) disse ao senhor primeiro-ministro que a afirmação deste era «uma mentira» visto que aqueles estaleiros navais «têm uma carteira de encomendas num valor superior a 500 milhões de euros, até 2014».

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O MOMENTO “X”

Todos os dias acontecem coisas extraordinárias. Todos os dias rebentam autênticas bombas atómicas nos corações de pessoas. A vulgarmente chamada “relação a dois” deveria antes chamar-se, na grande maioria dos casos, com todo o a-propósito, “RAlação a dois”.

Ao longo da vida conheci largas dúzias de “parelhas” que me levaram a perguntar-me: ― mas será que as pessoas se juntam mais para se destruírem do que para outro fim diferente qualquer positivo?!

É normalmente no remanso do lar, entre as trocas de fraldas dos filhos, o banho e as refeições dos miúdos; de carnavalescas férias familiares na praia ou no campo, que acontecem as coisas mais sórdidas entre as pessoas.

Sem trazer p’raqui casos mais extremos de crimes de sangue e crimes sexuais hediondos, trago crimes mais comezinhos e menos espectaculares, mas nem por isso menos destrutivos ― as tais bombas atómicas nos corações ―.

Desde o rebuscar devassador de gavetas, de carteiras, malas e forros de malas; de buscas a caixotes no sótão, na arrecadação ou na despensa; colocação de gravadores em casa ou nos automóveis ― até à sofisticação da compra de “material de espionagem” em lojas especializadas e na Net ―, de tudo se serve para fazer a “guerra surda” declarada, muitas vezes inconscientemente, entre “dois seres que se amam”. Declaração mor da vezes feita na presença de um conservador ou de um padre, ou apenas na companhia de amigos, à qual quase invariavelmente se seguem “copos de água” e festas do mais variado cariz celebrando a união do par.

Saiba-se que para além dos métodos clássicos hoje obsoletos de espionagem acima descritos, há já muito tempo que é possível “equipar” a vítima oferecendo-lhe, normalmente por alturas do Natal ou do aniversário, por exemplo: um lindo telemóvel ou smartphone armadilhado ― toda a actividade do aparelho é fielmente monitorizada por um outro aparelho que o/a ofertante também adquiriu para o efeito.

Mas há mais. É possível, há mais de uma década, comprar um software, um programinha chamado “keylogger”, que se instala no computador da vítima e que regista toda a actividade do teclado desse computador; a leitura pode depois ser feita por uma visita que o/a armadilhador(a) faça a esse mesmo computador em altura mais conveniente. Mas há também keyloggers instalados em hardware (um pequeno dispositivo que se liga entre o terminal do fio do teclado e o computador) que não obriga o/a “pirata” a ligar o computador para ter acesso ao registo: bastar-lhe-á retirar o dispositivo e levá-lo para outro computador que lá consultará o registo de toda a actividade da vítima durante todo o tempo que esta utilizou o seu computador ― os keyloggers têm espaço para gravar meses, anos de actividade de um computador se for preciso ― e depois é só ter a paciência de ir à procura “do que interessa" (correspondência, passwords, etc.).

Aparentemente tranquilo(a) e arrumadinho(a) no seu lugar, desempenhando na perfeição o seu lugar na família, o/a armadilhador(a) faz vida de santo(a) e vai compilando o seu explosivo dossiê.

Quando chegar o “momento X” ― com calma aparente e espírito fervente (muitas vezes destroçado(a) e humilhado(a)) o/a armadilhador(a) retira a cavilha da bomba... e PUMMM...!

JÁ ESTÁ!

terça-feira, 28 de junho de 2011

"O CARIL DO AGNELO"

O meu caril ― que me dá tanto trabalho a fazer e cuja confecção costuma contar com a presença, na cozinha, de amigos que vão trocando brindes entre copos de bebidas várias e muita conversa interessante, enquanto eu me concentro na cocção do repasto ― levou-me ultimamente a viver um episódio arrepiante que vou contar a seguir.

Não sei se sabem, mas a minha receita de caril - tão afamada entre os meus amigos que vivem em Lisboa – nem sempre fez o sucesso que eu acho que merece. Numas férias por mim gozadas fora de Lisboa, fiz uma vez questão de levar todos os ingredientes que costumo utilizar no “Caril do Agnelo" para deliciar um grupo de pessoas.

Qual não foi a minha decepção quando, mais tarde, certo dia, fiquei a saber directamente da boca de um das pessoas, de um dos comensais, que o meu caril “não prestava” porque «tinha os camarões mergulhados no molho que era muito» (como deve ser, aliás!).

A reprovação era sustentada na impressão visual primitiva “optométrística” do comensal: a quem não interessavam os sabores, os cheiros, a temperatura e a textura dos alimentos apresentados; a sábia utilização do picante, a conjugação do caril com o arroz branco Basmati puro cozido sem sal (como é da praxe) e servido logo após ter sido escorrido ― nada disso interessava!

O caril “não prestava” porque «o molho era muito» (em quantidade e para a medida da pessoa, entenda-se ― caramba, ela até podia doseá-lo a gosto, não é!?); mas não: definitivamente «aquilo não era caril».

Muito se sofre neste mundo, Meu Deus! Tende piedade de mim! E a essa pessoa e a outras que tais... perdoai-lhes porque não sabem o que são: a Culinária, a Gastronomia, a Enologia, por exemplo. E estou em crer que se alguém um dia tiver a desdita de se lhes apresentar como sendo um gourmet – ou zangam-se a valer, ou sacam da pistola e abatem-no.

São pessoas para quem a vida é muito simples; são pessoas simplórias, é isso mesmo: comem para enfardar e bebem para se embebedarem... Para elas “degustação” é uma palavra sem significado.
Triste vida...!

"EMOÇÕES BÁSICAS"

Foi introduzido mais um "link" na lista de Blogues favoritos, na coluna do lado direito. O novo "linkado" é o excelente blogue "Emoções Básicas".

Clique, visite e dê por bem empregue o seu tempo.

E PORQUE A MEMÓRIA É FRACA



E TAMBÉM PORQUE A JUVENTUDE NÃO ESTUDA HISTÓRIA

Leiamos esta evocação dos famigerados "Tribunais Plenários" do Regime Salazarista/Marcelista, feita pelo Prof. Borges Coelho nos idos de 2006.

«Os Tribunais Plenários integravam-se no sistema de terror, legitimando-o.»

BALSEMÃO DISTARÍDO!? OU SENIL?!

Ao ler isto lembrei-me dos tempos da ditadura salazarista/marcelista em que o Regime fabricou os famigerados "Tribunais Plenários" que quase invariavelmente decidiam que os acusados presos pela PIDE eram «contra a Nação», pelo que eram “normalmente” condenados a pesadas penas de prisão.

Vá lá que o jornal Expresso ainda admite que o preso acusado possa ter alguma chance de sair absolvido. Mas lá que constituiu o seu Tribunal Plenário Privado... Ai constituiu, constituiu!!!

BOM DIA!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

APRENDAMOS COM QUEM SABE

Álvaro Santos Pereira, ministro da economia e mais uns pozinhos, quer que lhe chamem Álvaro porque um dia conheceu um Mark a quem chamavam Mark.

Perguntais:  onde está a sabedoria?!

Resposta: ― Está no facto de até do óbvio Álvaro ter retirado uma importante lição. Pois então!...

ATENÇÃO ATENÇÃO


HOJE É O PRIMEIRO DIA

DO RESTO DA VIDA DESTE GOVERNO


BOM DIA!