sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

DE RIR ATÉ ÀS LÁGRIMAS



BOM FIM-DE-SEMANA!

Semana de Cabo Verde:

Convite Oportuno:

Prezados Amigos e Conterrâneos:

            No próximo dia 23 Fevereiro 2011 terá lugar, na Biblioteca, Dom Diniz, em Odivelas, a Cerimónia de Abertura da Semana de Cabo Verde. Vimos por este meio (em nome da Organização e, em nosso nome pessoal), vos convidar a todos para estarem (presentes) para que, deste modo, este relevante Evento Cultural dedicado ao nosso País Arquipélago, possa constituir um momento de alegria, de elevação e de dignidade.

            Saudações Culturais!
            Viva Cabo Verde!

                        Um robusto abraço a todos,
Lisboa, 17 Fevereiro 2011
Francisco FRAGOSO

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SEM PONTA DE VERGONHA

SEM SERIEDADE ALGUMA

O Governo confunde, de propósito, o número das pessoas à procura de emprego com o número total de desempregados em Portugal, muitos dos quais, descrentes do Estado e do Governo, nem aparecem à porta dos centros de emprego.

E manda um secretário de estado vir enganar o pagode com truques aciganados usando uns bugalhos do Instituto do Emprego para contrariar os alhos (estes sim, importantes) do Instituto Nacional de Estatística.

Epístola Vigésima:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895).


(1)     No âmbito dos reptos internos (assaz numerosos), a crise, a ruptura e a mutação acentuaram a ambiguidade de uma África contrastada. Donde, se afigura (bastante) difícil discernir os eventos construtores do futuro “que avançam com passos de rolas”, parafraseando o filósofo alemão, Friedrich NIETZSCHE (1844-1900) e (outrossim), os factos significativos que farão que, nos múltiplos encaminhamentos, um se tornará história. Demais, a retro prospectiva mostra que o Asio pessimismo dominava (há alguns decénios), em nome das particularidades sociais e culturais. O desenvolvimento se coloca (todavia), em termos de gerações.
(2)     As Sociedades africanas têm (efectivamente) a gerir uma duplicação da sua população e uma triplicação da sua população urbana daqui 2040. Elas devem reconstituir ecossistemas, realizar os investimentos colectivos e produtivos necessários para o crescimento e se reposicionar (positivamente), no âmbito da divisão internacional do Trabalho.
(3)     De sublinhar (antes de mais), que estes dissemelhantes desafios implicam progressos de produtividade e uma acumulação (a longo prazo). Donde, se afigura necessário multiplicar (por mais de dois os rendimentos) e por mais de três a produtividade do Trabalho daqui 25 anos. É (outrossim), necessário responder ao desafio da pressão demográfica, do crescimento urbano, da concorrência das agriculturas protegidas, da liberalização e da importância dos riscos ambientais.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A OBJECTIVIDADE A TROCO DE PROTAGONISMO

A notícia é sobre o «ataque sexual brutal» que a jornalista australiana ao serviço da cadeia americana CBS terá sofrido na praça Tahir, no Cairo, aquando da resignação de Mubarak.

Mas o que me chamou a atenção é o final da notícia em que quem a escreveu dá-se ares terminando dramaticamente assim: «Pelo menos 140 jornalistas foram feridos ou mortos enquanto cobriam os acontecimentos no Egipto, desde 30 de Janeiro, segundo o Comité de Protecção de Jornalistas.»

Ai é?! “140 feridos ou mortos”?...

Isso quererá dizer 1 morto e 139 feridos, ou antes 1 ferido e 139 mortos? Fica-se por saber que é o que terá pretendido o bravo que escreveu a coisa.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A FÓRMULA CERTA

O Diário de Notícias descobriu a fórmula certa para fornecer aos seus leitores um produto jornalístico escorreito, simples, eficaz e mesmo nada time-consuming.

Como agora, para além da edição online, têm também uma edição epaper (para leitores digitais portáteis), a somar à preexistente e tradicional edição em papel, resolveram reformular a edição online apresentando nela apenas os tópicos principais e resumos das notícias, mantendo (ainda?) os artigos de opinião completos (embora “tranchados” e “fatiados” em pequenas páginas).

Lê-se assim, aqui pela Net, o jornal em dois tempos ficando-se dispensado do habitual “parlapié” em português de pé quebrado da maioria dos seus “redactores” e “jornalistas” de cordel.

Os meus parabéns ao Diário de Notícias.

Nota. O Jornal de Notícias, que pertence ao mesmo grupo socrático que detém o DN, também já segue o critério minimalista online por já ter também edição epaper. ― Enquanto publicarem os textos completos das crónicas de Manuel António Pina, tudo estará bem pois o Jornal de Notícias é isso e pouco mais. Quer dizer, o resto é dispensável.

Epístola Décima Nona:

Uma Leitura das perspectivas e prospectivas geopolíticas da África:


Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895).


                        NP:

            A África tornou-se um actor geopolítico emergente, no âmbito das relações internacionais. Concretamente, à escala do Continente Africano se nos depara como matéria de análise e estudo, uma diversidade de actores (que, neste ponto se relacionam), os seus campos económicos, sociopolíticos e culturas.
            Tudo isto nos conduz (ipso facto) aos actuais relevantes desafios, designadamente:
            Paz e Segurança;
            Reptos/desafios alimentares;
            Desenvolvimento sustentável.

(I)
            A expressão Geopolítica (está na moda), após ter sido desvalorizado, corolário dos seus vínculos com o Imperialismo germânico. A Geopolítica (stricto sensu) é o estudo da influência dos factores geográficos sobre a Política. Pode, no entanto, de modo (mais lato) ser definida, como o estudo das forças (que operam), no campo político. Faz parte das relações internacionais. E, de um modo, mais explícito. Ou seja.
            Relações entre nações, entidades colectivas distintas, que se reconhecem (reciprocamente), o direito à existência.
            Relações, que dizem respeito a, uma pluralidade de actores não estatais, designadamente:
            Colectividades territoriais, firmas multinacionais, Organismos de solidariedade internacional (OSI), Igrejas, Migrantes, Diásporas (em interacção), num Espaço transnacional.

            E, finalmente, no atinente às relações assimétricas entre a África e as grandes potências, o hard power (que se exprime, historicamente), pela coerção e pela força (designadamente), militar tende à se combinar com um soft power, que persuade pela negociação, a propaganda, as ideias, as instituições e a sedução pelos valores e pela cultura.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

AUM€NTA O M€U M€DO D€ST€ €STADO ACTUAL


«Finalmente, as finanças penhoraram uma casa e venderam-na sem que o respectivo proprietário fosse citado. Como é que é possível num país civilizado penhorar e vender a habitação de uma pessoa, aliás, por uma dívida insignificante, sem que essa pessoa seja citada para contestar? Sem que ninguém se certifique de que o visado tomou conhecimento desse processo? Como é possível comprar uma casa sem a avaliar, sem sequer a ver por dentro? Quem avaliou a casa? Quem fixou o seu preço?

Claro que agora aparecem todos a dizer que cumpriram a lei e, portanto, ninguém poderá ser responsabilizado porque a culpa, na nossa justiça, é sempre das leis. É esta generalizada irresponsabilidade (ninguém responde por nada) que está a tornar este país cada vez mais insuportável.»

ESQUERDA CAVIAR OU ESQUERDA CARNAVAL?

José Manuel Pureza considera que se a direita aprovar a moção de censura do Bloco de Esquerda, vai cair no ridículo.

Triste figura de um intelectual que ainda merecia algum respeito. Se continua por este caminho... é mais um que se vai. Seguindo o caminho de Francisco Louçã rumo ao baú do descrédito e da insignificância política.

BOM DIA!

Nota: É por isso que por maiores que sejam as minhas zangas com o PC às vezes voto nele. É que, como o algodão, o PC não engana: sabemos sempre o que quer e o que esperar dele.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Epístola Décima Oitava:

Ser culto es el único modo de ser libre
José MARTÍ (1853-1895)

Epístola Especial
Et pour cause,
Uma abordagem oportuna sobre a
CONDIÇÃO NEGRA:

            NP:

                        Graças a proezas de desportistas (de alto nível), motins e tumultos nos subúrbios, luta contra o racismo e as discriminações, movimento associativo, desde uma dezena de anos (aproximadamente), os Negros (que vivem) em França aparecem tão (visivelmente) na cena pública nacional (francesa), a ponto, que se pode falar (presentemente) de uma “questão negra” francesa.
                        De facto (de sublinhar), que a “condição negra” designa uma situação social que não é (a) de uma classe, de uma casta ou de uma comunidade. Sim, efectivamente, (a) de uma minoria, ou seja, de um grupo de pessoas (que possuem, como atributo comum) a experiência social de ser consideradas como Negras.
(I)
            Eis que, desde (algum tempo), observadores parecem descobrir a existência de populações negras em França…Esta observação pode parecer incongruente, tanto é verdadeiro como (ter a pele negra), na França hexagonal, não constitui, a priori, a melhor forma de passar despercebida.
            Todavia, o que é relevante é explicar este singular paradoxo: Os Negros de França são individualmente visíveis, porém, são invisíveis enquanto grupo social e como objecto de estudo para os universitários. Donde e daí:
            --- Em primeiro lugar, enquanto grupo social, são considerados (não existentes), visto que a República francesa não reconhece, oficialmente as minorias e não as conta (tão pouco). Poder-se-á regozijar da invisibilidade das populações negras, ou (em todo caso) considerar que isto não coloca problemas (em si), se algumas dificuldades sociais específicas que as afectam fossem avaliadas, conhecidas, reconhecidas. Ora, não é o caso.
            --- Outrossim (e, por outro), a invisibilidade (em vez de ser) a consequência pacífica de uma ausência de problemas particulares, pode ser considerada como um erro.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

PRIMEIRO A SAÚDE, AGORA A JUSTIÇA


E enquanto isso, o vendedor de ilusões (Sócrates, pois está claro) está nas suas sete quintas a prometer fazer tudo ao contrário do que fez nestes últimos seis anos. A despeito de ter prometido antes que tudo seria ao contrário do que veio a fazer.

Percebeu? Não percebeu?

Está a mentir outra vez! É o que eu concluo.

GEOGRAFIA PARA TOTÓS


Posições relativas das Canárias e de Cabo Verde
em relação ao continente africano
85 Km vs 640 Km

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

CABO VERDE (Eleições legislativas)

Uma democracia adulta
a 640Km da costa ocidental do continente africano.

AINDA NÃO FOI DESTA

Confesso-vos que é a pura expressão da verdade! Quando li há pouco que Pedro Pires tinha dito «Se as pessoas gostassem de fato e gravata, usavam-nos ao fim-de-semana», pensei ― finalmente depois de mais de sete anos de presidência oiço-o dizer algo com interesse.

Fui então ler a notícia... e que desgosto ― afinal o Pedro Pires em questão é gestor e não é o Presidente de Cabo Verde.

IMBRÓGLIO E MAGIA NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Este é um imbróglio que merece esclarecimento. O Diário de notícias publicou há uma semana um texto de opinião cuja autoria atribuiu ao seu colaborador habitual Dr. João César das Neves.


No entanto, quem se der ao trabalho de procurar pelo texto no site do DN, não o encontra. Foi retirado da Net sem mais esplicações. O DN acha que os leitores não lhe merecem explicações e pensa que basta recolher e esconder a pedra arremessada para que a mão que a atirou deixe magicamente de existir.


Vai ficar tudo em águas de bacalhau ou o Diário de Notícias assume a postura ética que se lhe exige nestas circunstâncias e informa os seus leitores quem é o verdadeiro autor do texto “apócrifo”?

Nota: Pior de tudo são os comentários desbragados e insultuosos que leitores indignados dirigiram a JCN ca caixa de comentários ao texto "apócrifo".

CAUSAS DA CRISE

São 10:45 da manhã e o site do Diário de Notícias está praticamente inacessível, o que quererá dizer duas coisas pelo menos:

― Os conteúdos alojados no sapo.pt viajam por um canudo muito estreito e pouco oleado pelo que não é de estranhar que a maior parte das vezes se libertem lentamente e a puxos mijecos próprios do país em crise que é Portugal;

― Muita gente que devia estar a trabalhar a esta hora, está sim, mas é na Net a desfrutar as últimas do Renato, do Benfica ou de outros actores do jet seis nacional (aqui inclui-se o primeiro-ministro).

Para os que ainda não saibam: Eu estou agora na Net porque desde há quase um ano que me pago justamente para não fazer nada, ou melhor para fazer o que bem me dá na real gana. Os responsáveis por esta minha situação são conhecidos de todos. São eles:

• Luís Filipe Pereira (ex-ministro da Saúde do PSD);
• António Correia de Campos (ex-ministro da Saúde do PS);
• José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa (o boneco sempre-em-pé para quem, em política, verdade e mentira são uma e a mesma coisa);
• Partido Socialista e a oposição de direita (que coligados andam a foder isto tudo).

BOM DIA!

QUASE TENHO VERGONHA

Da parvalheira que vai na cabeça do “meu povo” lá no Fogo. É que: votando tão desequilibradamente ― no contexto nacional cabo-verdiano em que a bipolarização é mais que evidente nas outras oito ilhas habitadas ― a favor de um partido político, neste caso o PAICV, a ilha do Fogo continuará o seu calvário de mais de trinta anos sem ser beneficiada em nada durante toda uma legislatura, qualquer que seja o partido a ganhar o poder e a formar Governo.

― E porquê?

A resposta é mais que óbvia. Para toda a gente menos para a gente do Fogo:

O PAICV acha que é gente conquistada e encabrestada, de voto certo no PAICV, não sendo por isso preciso andar a “apaparicá-la” para que volte a eleger o PAICV em próximas eleições;

O MPD, por sua vez, achará que é gente conquistada e encabrestada, de voto certo no PAICV, não sendo por isso preciso andar a “apaparicá-la” pois não deixará de eleger o PAICV em próximas eleições.

E com isso o meu povo, qual burro e carneiro ao mesmo tempo, agindo como o portador de um cérebro caliginoso e paralisado, continuará na cepa torta vendo o Orçamento de Estado distribuído largamente pelas restantes ilhas onde é preciso conquistar eleitorado para o futuro, enquanto o Fogo, o bastião amarelo do PAICV, merecerá ser tratado por quem vá para o poder como Salazar tratava os Pides noutros tempos ― chamava-lhes de sabujos apesar de, ou por causa disso mesmo: dos serviços prestimosos que a PIDE executava para o ditador de Santa Comba.

Ficam aqui os resultados das eleições legislativas, havidas hoje, na Ilha do Fogo:
PAICV (62,3%); MPD (35,5%).

OH POVO CASMURRO!... Mais cinco anos de desprezo e desdém...!