domingo, 14 de fevereiro de 2010

TOLERÂNCIA / INTOLERÂNCIA

«Voltaire fundamenta a tolerância no facto de devermos desculpar uns aos outros as asneiras que fazemos. Há todavia uma tolice muito expandida, a da intolerância, que Voltaire, com razão, considera difícil de tolerar. De facto é aqui que a tolerância esbarra nos seus limites. Se reconhecermos à intolerância o direito de ser tolerada, acabamos por destruir quer a tolerância quer o estado de direito. Foi o destino da República de Weimar.» [Karl Popper - citando Voltaire]


(Popper diz o mesmo da arrogância).


Pena Portugal não ter governantes cultos... ou que ao menos lessem um pouco; um pouquinho todos os dias!...


BOM DIA.

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sábado, 13 de fevereiro de 2010

ESPELHO MEU

«O que o senhor primeiro-ministro prometeu aos portugueses foi fazer gelo quente, mas eu lamento senhor primeiro-ministro, gelo quente não existe
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POIS É


No dia 31 de Março de 1974, Marcelo Caetano foi aplaudido pelo estádio de Alvalade em peso. Fora lá "assistir" a um Sporting Benfica.

24 dias depois foi apeado do poder pelo "25 de Abril".

E sabe-se que o povo não gostou nada, pois não?!
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EL-REI D. CARLOS



Seja polvo, marisco ou tremoço, o que é preciso é mudar de prato; mesmo que depois seja fel. Vale bem correr este risco porque de outro modo se pode correr outro bem pior ― o de isto transformar-se, como dizia o rei D. Carlos, em: «Um país de bananas governado por sacanas».



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EU TAMBÉM!...

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

EU APOIO O SR. INGINHÊRO

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OH SANTA PACIÊNCIA!...

SEMPRE O MESMO TRUQUE DE LINGUAGEM...


Repetido pela enésima vez.

Está bem, já ouvimos! «O governo não deu nenhuma instrução à PT para a aquisição da TVI».

OK!... E o primeiro-ministro, José Sócrates ― deu ou não deu?!
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CAUSA PERDIDA

Na política não há limites para a camalionice;
nem sequer o ridículo e o anedótico funcionam como travão.
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É O FIM

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A NEBULOSA

11:04 AM
Acabei de ler o semanário “Sol”. E a impressão (conclusão) que fica é a de que houve uma grande conspiração para controlar importantes órgãos de comunicação social (jornais, rádio, televisão).

Com uma curiosidade escondida (oculta, nebulosa) no meio daquela trupe de marionetas, manipuladores e estrategas: trata-se da figura, do papel e da movimentação de José Eduardo Moniz naquela caldeirada toda.

É preciso dar a devida relevância a isso pois tem passado despercebido.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

ISTO ANDA NA NET

Na sala oval, Bush discute calorosamente com Bin Laden, quando chega um repórter e pergunta o que eles estão a discutir.
Bin Laden responde:
― Estamos a planear mais um atentado.
O Repórter espantado pergunta:
― Mais um? Onde?
Bush responde:
― Vamos lançar uma bomba em Portugal e matar os tais pseudo 6 milhões de benfiquistas, e apenas 1 Sportinguista.
O repórter surpreso pergunta:
― Mas porquê 1 Sportinguista?
Bin Laden vira-se então para Bush e diz:
― Tás a ver, eu não disse que ninguém se iria importar com os 6 milhões de lampiões!...

P.S. Esta é dedicada ao FNV (Sans rancune, mec).
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«DESENCONTROS»

Há desencontros, é facto
Alguns mais dolorosos que os outros
Alguns mais definitivos que outros
Alguns que implicam em despedidas
Outros que só implicam em distância
Outros, ainda, que intensificam a saudade
Mas existem aqueles desencontros que só aumentam a
vontade.
Não é?


[Fernando Pessoa]
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

THE NEW YORK TIMES



Uma opinião muito interessante.

No mínimo curiosa.

Sobre o futuro nuclear do Irão.


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ISTO É FANTÁSTICO

Desenterrado pelo Blasfémias. Não resisto a publicá-lo.


É UM ARTISTA PORTUGUÊS
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«UM ERRO TRÁGICO» ― disse ele.

Se isto não é uma conspiração, então vou já para a urgência do Miguel Bombarda.
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O VERDADEIRO ARTISTA

UM AUTÊNTICO PROFESSOR.

Controlo!... Qual controlo?
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ELOCUBRAÇÃO TRIGÉSIMA TERCEIRA:

“Ser culto es el único modo de ser libre”
José MARTÍ (1853-1895)


E, prosseguindo este nosso estudo sobre o TRABALHO, vendo bem com olhos de ver, não é para encontrar esta essência pura do trabalho que se deve mudar o trabalho, sim, simplesmente para o tornar sempre mais suportável e sempre mais humano.
De feito, evidentemente, querer que o Trabalho deixe de constituir a arena, onde os indivíduos se confrontam e a fonte principal da identidade, relativizar o lugar do trabalho e lhe acordar idêntico valor como as demais outras actividades humanas em que os indivíduos e as sociedades têm, outrossim necessidade para viver, afirma que o trabalho não é o nosso único destino, isto não significa, de modo nenhum, que seja preciso renunciar em melhorá-lo e em humanizá-lo, sem parar e, porque não, continuamente.

E, em jeito de Remate:
O ingente objectivo que visa melhorar e humanizar o Trabalho, exige, obviamente uma dupla Revolução:
---Primeiro: a extensão da securisação das trajectórias profissionais, isto é, do trabalho “decente”, protegido, enquadrado, garantido, remunerado decentemente, integrado no restante da Vida.
---Segundo: uma melhoria das condições de exercício do trabalho, que permitiria aos indivíduos encontrar um sentido nesta actividade. Isto supõe que a utilidade desta, para uma comunidade humana dada, fosse inequívoca e clara que possa haver, para os indivíduos, partes recebedoras nesta acção, uma conexão entre a sua contribuição e o resultado final.
Demais, de sublinhar, com ênfase, na verdade, desde sempre, não é anódino, o Trabalho manual e que, o do Artesão tenha sido tomado por modelo explícito do trabalho conseguido, visto que o artesão domina a integralidade do processo disponibilizado para ter como resultado o fabrico de um bem ou de um serviço. Eis porque, deste modo, a sua contribuição e a sua utilidade respectiva não geram dúvida. Todavia, o trabalho artesanal não esgota, infelizmente o conjunto das actividades de trabalho e, não mais do que, a autogestão ou a propriedade dos meios de produção, deste modo, não é susceptível de transformar o conjunto de actividades concretas de trabalho em acções plenas de sentido.
Donde e daí, no âmbito desta dinâmica e perspectiva respectiva, se assume quão pertinente trazer à Reflexão uma dupla questão (assaz central), menosprezada, em geral, pelos adeptos e defensores da reabilitação do trabalho. Ou seja:
(A) Pode-se, ainda fazer escapar o trabalho das lógicas economicistas e mercantis nas quais se encontra inextrincavelmente enredado desde o século XVIII (visto que foi definido, desde o princípio, como o “factor de produção” e, por conseguinte, visando a outra coisa que o seu desenvolvimento próprio) e promover um trabalho “para si” socialmente útil e dotado de sentido?
(B) É possível, no caso contrário, gerir, no próprio seio das lógicas mercantes e capitalistas, um espaço próprio para o trabalho, permitindo à maioria dos indivíduos encontrar no exercício de uma tal actividade, expressão de si e contribuição para a utilidade social? Nada é menos evidente, efectivamente! Tal é actualmente o Desafio/Repto lançado às nossas “Sociedades edificadas sobre o Trabalho”.

Lisboa, 09 Fevereiro 2010
KWAME KONDÉ
(Intelectual/Internacionalista --- Cidadão do Mundo
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FLATULÊNCIA

Coitado, de vez em quando ainda dá puns deste e deste calibres.
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