
domingo, 20 de dezembro de 2009
QUE PORCARIA

AI BRUTO NÃO ME EMPURRES
sábado, 19 de dezembro de 2009
AO PRINCÍPIO ERA O VERBO

ISTO É DEMAIS

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
VEM AÍ A GRIPE B
Isto aqui demonstra que:Políticos, companhias seguradoras e jornalistas, entre outros, vão acabar por fazer mais um dos habituais cozinhados a que se tem assistido ultimamente (tome-se a gripe A e a respectiva vacina como exemplo).
Este novo cozinhado será tendente a amedrontar as pessoas obrigando-as a fazerem seguro habitação anti-sismo, o que dará milhões e milhões às seguradoras e seus compadres de negócio.
Vem aí o fim do mundo! ― dizem eles ―.
E nós!... Acreditamos?...
ELOCUBRAÇÃO VIGÉSIMA PRIMEIRA:
José MARTÍ (1853-1895).
“Les activités industrielles étant devenues
Planétaires, elles entendent réaliser de gigantesques
Economies d’échelle, et donc, par des technologies
Appropriées, contrôler et homogénéiser les
Comportements : les industries de programmes s’en chargent
A travers des objets temporels qu’elles achètent et
Diffusent afin de capter le temps des consciences qui
Forment leurs audiences et qu’elles vendent aux annonceurs ».
Bernard STIEGLER : Le désir asphyxié.
In Le Monde diplomatique, juin 2004
(2) Estes objectos, em apreço e estudo, foram denominados, pelo filósofo alemão (o criador da Fenomenologia), Edmund HUSSERL (1859-1938), “Fluxos”. De sublinhar, que estes fluxos coincidem, durante o tempo do seu escoamento, com o escoamento do tempo, nas consciências humanas que os observam ou os escutam e para os quais (e, para eles unicamente) se tornam os objectos transitórios, para que foram concebidos. É este fenómeno de coincidência que permite às consciências humanas de se sincronizar com o tempo próprio destes objectos.
(3) Os Livros, ou mais geralmente, os Escritos não são objectos transitórios. Obviamente, o leitor pela decifração da Linguagem e pela sua imaginação vê uma história se desenrolar ante os seus olhos, sendo, no entanto mestre e senhor do tempo. Deste modo, pode “Ler”, mais ou menos, rapidamente, a seu ritmo, interromper e reatar, tão, frequentemente, tanto quanto, deseja e pretende…
(4) A Consciência Humana é fundamentalmente uma consciência de Si, da sua peculiar singularidade, do seu próprio tempo. Eis porque, o Indivíduo pode asseverar: Eu: “Porque disponho do meu próprio tempo, do meu próprio ritmo de pensamento, de existência”. “Consumindo” os objectos transitórios perde um pouco da sua consciência, isto é, um pouco de si mesmo.
(5) A Indústria Cultural, que produz, em grande quantidade, os objectos transitórios, compreendeu, sobremaneira toda a vantagem, que podia extrair desta sincronização das consciências. E, se associando à publicidade, encontra um meio de se financiar e a publicidade adquire a oportunidade de aceder a este tempo de consciência dos consumidores, desmultiplicado numa grande escala.
(6) Se Milhões de pessoas, através das grelhas de programas (TV, RÁDIO…) se sincronizam todos os dias, à mesma hora, com o mesmo objecto transitório, se interiorizam um comportamento de consumo de fluxos audiovisuais que lhes faz perder uma parte da sua consciência individual. Esta perda de consciência individual se efectua em benefício de uma consciência que não é a sua, de um passado que tende a se tornar um passado comum, ao ritmo das séries TV ou outras emissões recorrentes. É esta consciência de substituição, que não é a sua, que poderia ser qualificada como o fez, o filósofo e escritor francês, Bernard STEGLER, de Consciência de rebanho.
(7) Cada um pode, de modo correcto, evidentemente (ciente e conscientemente) escolher os momentos de sincronização que se concede para: escutar uma canção, ver um filme, escutar uma emissão de rádio, jogar à PLAY-STATION… Todavia, a capacidade de enfeitiçamento destes objectos transitórios é tal que se pode facilmente consumir nisso um bocado de Si, isto é, da sua consciência. De feito, é, de tal modo, tentador de se entregar a facilidade do tempo que se escoa, sem esforço, consoante um cenário que se não tem necessidade de escrever…com o risco de terminar no meio do rebanho dócil das consciências pré-formatadas.
KWAME KONDÉ
(Intelectual/Internacionalista --- Cidadão do Mundo)
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
ENQUANTO O TITANIC SE AFUNDA...

SISMO EM LISBOA
Tão precário este planeta han?!
As rádios, entretidas a passar gravações, ainda não falaram da coisa; mas da TSF, pelo telefone, dizem-me já terem informações concretas que passarão daqui a pouco no noticiário das duas da manhã.
BOA NOUTE
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
BRAVO MÁRIO CRESPO!

ELOCUBRAÇÃO VIGÉSIMA:
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
ÓDIO!... CADA VEZ MAIS ÓDIO
Hoje o blogue dos bancos do jardim de Santo Amaro fustiga José Sócrates sem dó nem piedade. Mas com inteira razão ― acho eu.Para quem esteja minimamente atento aos média e à opinião pública em geral, não escapa o facto de que o ódio a José Sócrates tem crescido consistentemente ao longo do tempo.
E, ou muito me engano, ou José Sócrates está aí está a transformar-se no Berlusconi português...
"PORQUE ME ODEIAM DESTA FORMA?"...
...Terá perguntado Berlusconi a um padre que o foi visitar ainda numa cama de hospital.Eu não sei porque o odeiam tanto; mas posso dizer que na cidade de S. Filipe, na Ilha do Fogo, em Cabo Verde, fixou residência, há já uns quatro anos, um engenheiro italiano de cerca de 60 anos que diz que não regressará a Itália enquanto Berlusconi for vivo.
E evidenciando um ódio incontido escolhe as piores palavras para definir o primeiro-ministro italiano.
Isso sei eu.
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domingo, 13 de dezembro de 2009
QUADRATURA

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ELOCUBRAÇÃO DÉCIMA NONA:
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
EM PORTUGAL É “MAIS MELHOR”
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
NEM MAIS
«A minha avó, que não sabia ler nem escrever e gostava de andar descalça, com as sandálias ao ombro, era bem mais culta do que alguns dos meus colegas catedráticos.»
[J. A. Maltez in TEMPO QUE PASSA]
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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
É SINA OU É CASTIGO?

Pedro Passos Coelho, um saco cheio de nada (basta ouvi-lo com atenção), esforça-se o mais que pode para voltar de novo à ribalta política pois pretende ser primeiro-ministro da Piolheira.
Parece ser sina dos portugueses terem gente de pouca ou pouquíssima cultura como primeiros-ministros e candidatos ao cargo.
Não falando do "licenciado" do PS ― só o PSD já contribuiu com três personagens que tomaram conhecimento de obras literárias ou musicais que nunca existiram ―.
Reportemos ao JN de Fevereiro deste ano, ou consultemos aqui o Abrupto para que se nos reavive a memória sobre estes falsos intelectuais:
Passos Coelho leu um livro de Sartre que não existe; Santana Lopes apreciava os Concertos para Violino de Chopin (que também não existem); e o antigo primeiro-ministro Cavaco Silva estava a ler ao tempo um livro de Thomas Man que também nunca existiu. E tra-la-li e tra-la-lá.
Nota: imagem colhida do blogue wehavekaos.
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