quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
ELOCUBRAÇÃO VIGÉSIMA:
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
ÓDIO!... CADA VEZ MAIS ÓDIO
Hoje o blogue dos bancos do jardim de Santo Amaro fustiga José Sócrates sem dó nem piedade. Mas com inteira razão ― acho eu.Para quem esteja minimamente atento aos média e à opinião pública em geral, não escapa o facto de que o ódio a José Sócrates tem crescido consistentemente ao longo do tempo.
E, ou muito me engano, ou José Sócrates está aí está a transformar-se no Berlusconi português...
"PORQUE ME ODEIAM DESTA FORMA?"...
...Terá perguntado Berlusconi a um padre que o foi visitar ainda numa cama de hospital.Eu não sei porque o odeiam tanto; mas posso dizer que na cidade de S. Filipe, na Ilha do Fogo, em Cabo Verde, fixou residência, há já uns quatro anos, um engenheiro italiano de cerca de 60 anos que diz que não regressará a Itália enquanto Berlusconi for vivo.
E evidenciando um ódio incontido escolhe as piores palavras para definir o primeiro-ministro italiano.
Isso sei eu.
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domingo, 13 de dezembro de 2009
QUADRATURA

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ELOCUBRAÇÃO DÉCIMA NONA:
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
EM PORTUGAL É “MAIS MELHOR”
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
NEM MAIS
«A minha avó, que não sabia ler nem escrever e gostava de andar descalça, com as sandálias ao ombro, era bem mais culta do que alguns dos meus colegas catedráticos.»
[J. A. Maltez in TEMPO QUE PASSA]
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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
É SINA OU É CASTIGO?

Pedro Passos Coelho, um saco cheio de nada (basta ouvi-lo com atenção), esforça-se o mais que pode para voltar de novo à ribalta política pois pretende ser primeiro-ministro da Piolheira.
Parece ser sina dos portugueses terem gente de pouca ou pouquíssima cultura como primeiros-ministros e candidatos ao cargo.
Não falando do "licenciado" do PS ― só o PSD já contribuiu com três personagens que tomaram conhecimento de obras literárias ou musicais que nunca existiram ―.
Reportemos ao JN de Fevereiro deste ano, ou consultemos aqui o Abrupto para que se nos reavive a memória sobre estes falsos intelectuais:
Passos Coelho leu um livro de Sartre que não existe; Santana Lopes apreciava os Concertos para Violino de Chopin (que também não existem); e o antigo primeiro-ministro Cavaco Silva estava a ler ao tempo um livro de Thomas Man que também nunca existiu. E tra-la-li e tra-la-lá.
Nota: imagem colhida do blogue wehavekaos.
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ELOCUBRAÇÃO DÉCIMA OITAVA:
domingo, 6 de dezembro de 2009
A FÓRMULA DE DEUS

ELOCUBRAÇÃO DÉCIMA SÉTIMA:
b) O Homem vale por si próprio e não pelo que sabe, produz ou possui. É apenas a sua dignidade de Pessoa que confere valor aos bens, que lhe servem para exprimir-se e realizar-se.
c) Conquanto nasça incompleto e cresça mediante uma experiência de Doação e de Harmonia até à perfeição definitiva, a verdade é que, desde o início, é um sujeito espiritual irrepetível, aberto ao Infinito, chamado a viver para os outros e com os outros. Donde, por conseguinte, merece todo o respeito e atenção, em todas as fases e etapas respectivas da sua Existência.
d) Evidentemente, destarte, a Vida Física, mesmo sendo o Bem Supremo, é o Suporte de todos os outros bens e permite, ipso facto, a sua concretização. Por isso, deve ser respeitada, desde a sua concepção até à morte natural. Enfim, deve ser tratada e servida de molde que todos possam ter alimento, vestuário, habitação, trabalho, tempo livre e assistência sanitária. Deve ser defendida de todas as formas de violência e preservada dos perigos que a ameaçam, designadamente o Alcoolismo, a Toxidependêcia e de todos os acidentes Previsíveis.
Finalmente:
1) Não há dúvida nenhuma de que o Corpo Humano é um sujeito cósmico no meio de muitíssimos outros, um ponto efémero na imensidão do Universo. Porém, não pode reduzir-se a uma partícula de matéria. Já do ponto de vista biológico é uma obra maravilhosamente complexa. Demais e, outrossim, facto, ainda mais significativo, está integrado na Experiência Subjectiva da Pessoa.
2) Efectivamente, não só observamos o nosso Corpo pelo lado de fora, mas vivemo-lo conscientemente por dentro: no agir, no sofrer, no tocar e em todas as nossas sensações. Sim, com efeito, eu sou o meu corpo. Nós somos os nossos Corpos.
3) De feito, através do CORPO recebemos as influências externas, modificamos as coisas, comunicamos com os demais outros exprimimos e realizamos.
4) Uma contracção muscular torna-se na consciência um grito de dor; realidades biológicas como o nascimento e o trespasse, o comer e o beber, a sexualidade e a enfermidade carregam-se simbolicamente de significados fundamentais. E, ao contrário, uma atitude espiritual torna-se gesto concreto: a amizade faz-se sorriso; a fé torna-se testemunho por palavras e obras.
É a inserção no Mundo, para encontrar os demais
Outros e dirigir-se para a Transcendência.
Participa da Dignidade da Pessoa.
Demais, enfim: O respeito devido à pessoa
Estende-se, por isso, outrossim, Ao
Seu CORPO.
A Pessoa Humana tem valor por si própria:
Deve ser respeitada e amada
Incondicionalmente.
O CORPO é a Expressão da Pessoa e
Participa no respeito que lhe é
Devido, absolutamente…
(I)
Não há dúvida nenhuma, que cada Sociedade Humana segrega uma quantidade mínima de mau gosto em que ela tem necessidade para estabelecer normas, homologar as arbitrariedades e entreter as suas ambições de boa consciência. Este desejo colectivo do mórbido, que incita, por exemplo, as pessoas a ajuntar-se espontaneamente em torno, de uma briga de rua ou de um acidente da circulação, é um ingrediente fundamental da vida em comum.
De feito, esta necessidade de mau gosto se manifestou, frequentemente com uma crueldade tranquila. Trata-se do caso, durante vários séculos, quando a escravatura, no âmbito do Tráfego dos Negros era, unicamente forma trivial de Comércio, outrossim, porém, o esteio do desenvolvimento social e económico dos países, que se proclamavam, os mais avançados do ponto de vista moral e filosófico.
Deste modo, no âmbito desta dinâmica, basta, para se convencer, de observar alguns dos cartazes publicitários consagrados à venda de escravos, nos Estados Unidos da América do Norte, no término do século XVIII. Enfim!...
(II)
Aliás, a escravatura como operação de venda e de compra públicas de Corpos de Negros foi, oficialmente abolida no Estado de Nova Iorque, epicentro deste Comércio florescente, em 1827, cinquenta e um (51) anos após a proclamação da Independência Americana. Esta integração, de sublinhar, só foi consignada na Constituição pela XIII Emenda, ratificada em 1865, no fim da Guerra Civil.
No entanto, o que é Facto e, por isso vale a pena consignar, que, na verdade, só meio século após os míticos Pais fundadores (eles próprios, proprietários de escravos) da América virtuosa tinham proclamado febril e excitadamente as suas grandes ambições de reforma moral e política na Declaração da Independência, as forças do Mercado continuavam, por conseguinte, a gerir tranquilamente o CORPO desses homens, mulheres e crianças, cujo o carácter humano era posto em dúvida.
(III)
A escravatura era, entretanto, muito mais, que um mero Comércio. Constituía um Debate sobre o Corpo, isto é, acerca das conexões ambíguas e, por vezes, conflituosas que o Ser Humano mantém consigo próprio, os outros, o Bem e o Mal.
Como se pode divisar, destarte, através das Idades e das Civilizações, o CORPO encarnou, sucessivamente, a Imagem da Divindade, da Vida, identicamente, porém, do demónio e da morte. A sua Percepção respectiva evoluiu sobremaneira, indo do dualismo simplista (corpo alma) dos Gregos e dos Romanos para o determinismo biológico inspirado em concepções filosóficas oriundas do DARWINISMO (Doutrina elaborada por DARWIN na sua célebre obra, “Da origem das espécies”, 1859, segundo a qual a luta pela vida e a selecção natural são consideradas como os mecanismos fundamentais da Evolução dos Seres Vivos).
Convenhamos, todavia, que se a América pagou um pesado Tributo para se impor a Abolição Oficial da Escravatura (pelo menos, 600 000 mortos, durante a Guerra Civil, o homicídio de Abrham LINCOLN, fracturas sociais em que se mede, ainda hoje, a profundidade), é porque Estados do Sul, onde a mão-de-obra negra e servil era indispensável para manter os níveis de rentabilidade das plantações de algodão, não aceitaram se ver impor uma nova Moral oriunda do Norte.
Enfim e, em suma: efectivamente, o CORPO não era percebido unicamente como uma matéria-prima; outrossim, lugar de validação do Poder que possuía sobre os outros, era outrossim, o espaço de expressão da consciência de Si. Era, por conseguinte, um lugar de produção do discurso.
(IV)
O CORPO não foi sempre encarado com tanta seriedade no Ocidente. Durante bastante tempo, foi apenas um mero invólucro carnal, contendo a mecânica biológica. Os filósofos lhe preferia, aliás, a alma ou espírito, templo do pensamento e da acção, onde tinha assento o sopro fundamental da vida. O CORPO era, então, apenas e só, uma massa, mais ou menos, obscena destinada, seja como for, a desfear e desfigurar, se debilitar e se destruir com a idade. Imaterial e Invisível, o Espírito Humano era celebrado como a “coisa” mais bela e a mais importante.
Condenado à morte, o filósofo Grego SÓCRATES (cerca de 469-399), se felicitava da sua sentença, pretendendo que o que viveu em Filosofia deve ver na morte o Bem Supremo, que permite a separação do Corpo e da Alma e proporciona o ensejo a esta de se desabrochar verdadeiramente.
(V)
Esta desvalorização do Corpo (acima enunciada), encontra-se, outrossim, num outro filósofo Grego, PLATÃO (427-347), que aos vinte anos começou a seguir o Ensino de SÓCRATES (que, aliás, imortalizou nos seus célebres Diálogos), que, por seu turno, o reduzia ao estado de túmulo da alma e, identicamente, nas elocubrações do filósofo e matemático francês, René DESCARTES (1596-1650) para quem o Corpo era apenas uma junção de órgãos e membros. Demais, de sublinhar, que a sua experiência do Cogito (“Penso logo existo”) foi o corolário lógico duma démarche intelectual, separando radicalmente o biológico do psíquico. (Ver o “Traité des Passions”, de DESCARTE, publicado, aproximadamente doze (12) anos, após o “Discours de la Méthode”.).
Enfim, por sua vez, ARISTÓTELES (384-322 a. C.) se mostrara mais suavizado no atinente à questão que se prende com o Dualismo Corpo Alma, defendendo a Ideia da existência de uma Conexão indefectível entre estas duas Noções cuja a interacção constituía aos seus olhos o Ser Vivo, na sua Integridade. Eis porque, escreve, no seu “Tratado da Alma” o seguinte: [A alma não é um corpo, mas algo do corpo]”.
KWAME KONDÉ
(Intelectual/Internacionalista --- Cidadão do Mundo).
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
SUL-AFRICANA ACTRIZ E LOURA

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
HUUUUUUUUUUMMMM...

Qualquer dia temos esta gente a querer cobrar impostos, administrar a justiça, e a pedir carta branca para darem cabo desta m.... toda.
Não conheço uma só atitude pública de Francisco Pinto Balsemão, ao longo dos últimos trinta anos, que significasse a mínima preocupação de cariz social.
Uma só que seja!
Nunca mexeu uma palha que se visse nesse campo.
Mas também hoje só terá falado para os tolos!...
ELOCUBRAÇÃO DÉCIMA SEXTA:
No âmbito desta dinâmica, as autoridades brasileiras fizeram da Zona Sul-americana um espaço de predilecção, visto que o Brasil aí apareça como um Actor preponderante, quer no plano económico, comercial ou demográfico, quer no que diz respeito ao dinamismo diplomático, ao desenvolvimento e à diversificação da Economia. De feito, Brasil se encontra empenhado na Edificação de uma Cooperação Regional, não unicamente por razões económicas, identicamente, porém políticas.
Na verdade, o Regionalismo Sul-americano é concebido pelo Brasil para afirmar um fundamento regional, consolidar um Estatuto de Potência, projectar os interesses próprios, quer económicos como políticos, sobre a cena Mundial e, por conseguinte, favorecer o advento de um Mundo multi-polar.
E, afim de assegurar uma perenidade ao projecto de integração e evitar que não seja considerado pelos países da sua vizinhança directa como um desígnio de influência, os decisores brasileiros drapejam esta estratégia de um discurso de tipo confraternal que faz sobressair a Ideia de uma consciência e de uma identidade regionais. Trata-se, deste modo, de suscitar no presidente dos seus associados regionais um Sentimento partilhado de Pertença à uma Comunidade Regional Sul-americana.
De anotar, todavia, visto que se desenvolve, na América Latina, uma Opinião Pública, cada vez mais e mais, crítica, relativamente às ambições de Potência do Brasil, qualificadas por alguns de “Imperialismo amarelo verde”, as coisas não são tão fáceis, obviamente.
Por outro, o Brasil está consciente que uma tal estratégia, que visa desenvolver e consolidar um leadership regional implica custos. Visto que, alguns países, designadamente, a Argentina e o México principalmente, teimam em reconhecer o poder brasileiro ou estão como ele empenhados, numa estratégia de influência que a limita, à semelhança da Venezuela. Desde então, o Brasil não hesita em mobilizar recursos financeiros para consolidar o desenvolvimento de projectos comuns e criar fundos de solidariedade, no desígnio de suscitar junto dos seus associados, um efeito de seguidismo e, por conseguinte, evitar os efeitos centrífugos que poderiam limitar as suas ambições de Potência.
Donde e daí, enfim e, em suma: o BRASIL testa, destarte, aparecer como um Actor benevolente. Procura, identicamente, em se construir esta Imagem na Cena Mundial.
(A)
Na verdade, desde, há mais de um Século que o ESTADO BRASILEIRO se encontra apostado na construção de um Estatuto de Potência. Esta démarche se acompanhou de um discurso oficial de auto-protecção do qual se emana um sentimento de superioridade em relação ao resto dos países Latino-Americanos. Este último leva o Brasil a se conceber como a única Potência Sul-Americana e, por conseguinte, à aspirar ao exercício do leadership no Sub Continente.
Isto sendo, conquanto a diplomacia afirmativa possa contribuir à outorgar uma impulsão política na prossecução dos objectivos fixados, não basta, sem dúvida, para fazer do País uma Potência. Eis a razão para a qual é fundamental confrontar o discurso exibido pelas Autoridades Brasileiras, visando à se auto-persuadir e em convencer os actores terceiros da legitimidade da ideia “Brasil Potência”das capacidades reais das quais este último dispõe para concretizar as suas aspirações. A questão será apreendida do mesmo modo que fazer seja possível de modo global.
E, em outros termos, para avaliar as intenções, é necessário ver como os parâmetros quantitativos da Potência (Demografia, Desenvolvimento económico, Situação e Dimensão geográficas…), a Política Externa (Comércio, Diplomacia, Missões para a Paz…), a afirmação das preferências dos Países tanto no seio das Instituições multilaterais (OMC, ONU…), como Regionais (MERCOSUR, UNASUR) e as operações, ambicionando em planear Redes relacionais com os Actores dominantes da Cena Mundial (USA, EU…), as Potências Emergentes (Fórum de diálogo IBSA, G20 mais), em particular do SUL e os Países da sua vizinhança directa se traduzem em efeitos concretos, na produção de influência.
Enfim, se a construção do Estatuto de Potência de um Actor depende das políticas e estratégias de projecção internacional utilizadas no longo prazo, assim como, da sua aptidão em influir na Elaboração da Agenda Internacional graças à sua capacidade em fazer prevalecer os seus interesses, deve, identicamente sobremaneira à percepção que os outros se fazem deste. Deste modo, a tomada em consideração, na análise do reconhecimento por actores terceiros constitui um elemento, outrossim, assaz importante para avaliar o BRASIL como Potência Emergente.
(B)
Finalmente, um tanto ou quanto, à guisa de Remate consentâneo, o BRASIL, na verdade, no desígnio de construir a sua Imagem na Cena Mundial, se vangloria da sua natureza pacífica e se apresenta como o porta-estandarte dos PED, designadamente, nas instâncias multilaterais. Este discurso serve as ambições de Brasília no sentido em que deve, por um lado, legitimar as reivindicações brasileiras de um Estatuto de membro permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) e, por outro, se afirmar como protagonista incontornável e lograr obter resultados concretos, no quadro das negociações multilaterais do Comércio.
Com efeito, a démarche, ora enunciada, permitiu ao Brasil desenvolver um reconhecimento Internacional, cada vez mais e mais, consequente junto, designadamente da EU e dos Estados Unidos da América do Norte que o consideram mais como um Estado-pivot, até mesmo, como a “Potência natural” do Sub continente. Este reconhecimento se deve, não unicamente, à considerações objectivas, porém, identicamente à radicalização política e ao nacionalismo económico que se desenvolvem na América Latina.
De salientar, na verdade, que perante esta Evolução ideológica, o BRASIL aparece aos olhos de Washington e de Bruxelas como um País moderado e fiável que deve ser apoiado. Este apoio se encontra, aliás justificado pelo facto que o Governo de Centro-esquerda brasileiro prossegue (na linha da administração precedente), uma política económica liberal e uma estratégia macroeconómica benéficas para as empresas e investidores externos e, que as coligações Sul/Sul esquematizadas por Brasília não projectam, nem remetem em causa os postulados neo-liberais da Globalização, nem de reanimar o espírito de Bandung (cidade da Indonésia da Ilha de Java), cidade, onde nela se realizou, em Abril de 1955, uma conferência Afro-Asiática que reuniu trinta (30) países não-alinhados com os dois blocos político-militares existentes. Dessa reuniu saiu a condenação do colonialismo, do racismo, do emprego de armas nucleares e da violação da integridade territorial, propondo-se apoiar os países colonizados na luta pela emancipação. De consignar, outrossim, que esteve na origem do advento da noção de Terceiro Mundo e do Movimento dos Não-Alinhados.
Assim sendo, o reconhecimento crescente que os Estados Unidos da América do Norte, desejoso de delegar determinadas responsabilidades regionais, consideram o BRASIL como o candidato, o mais directamente susceptível de garantir a estabilidade política do Sub continente, sobretudo ante à Venezuela, que “trespassado” por um radicalismo político e um Nacionalismo económico crescentes e, por isso mesmo, um Actor perturbador e hostil aos seus interesses na Região.
Enfim, todavia, os Estados Unidos da América do Norte (USA) estimam as Américas como uma Zona de Influência natural e, desde então, se coloca a questão de saber se este reconhecimento perdurará, uma vez, que o BRASIL terá decidido desenvolver o seu Poder de fora das margens de manobra e das responsabilidades imaginadas por Washington.
KWAME KONDÉ
(Intelectual/Internacionalista --- Cidadão do Mundo).
domingo, 29 de novembro de 2009
OH NÃO!...
Suponhamos que você desconta para a Caixa Geral de Aposentações (Funcionários Públicos e equiparados) e tem uma carreira contributiva inferior à exigida para uma pensão completa, sendo ainda a sua idade inferior aos 65 anos exigidos para essa mesma pensão completa;Suponhamos ainda que a conjugação daqueles dois factores lhe permite pedir reforma “antecipada” Sem Penalizações;
Pois bem:
Se pedir a reforma até ao dia 31 de Dezembro próximo, terá uma pensão com determinado valor;
Se entretanto resolver trabalhar mais uns mesitos (um, dois, onze ou mesmo doze meses) no ano de 2010...
... Suspense!...
Terá uma pensão menor que a deste ano.
Compreendeu?... Não?... Assim-assim?...
Pois!... É só ir aqui e fazer uma simulação que fica esclarecido.
Sai-lhe COCÓ! Como ao outro.
"AS TIME GOES BY”

[…]
You must remember this
A kiss is just a kiss, a sigh is just a sigh.
The fundamental things apply
As time goes by.
[...]
It's still the same old story
A fight for love and glory
A case of do or die.
The world will always welcome lovers
As time goes by.
Oh yes, the world will always welcome lovers
As time goes by.
[Letra de Herman Hupfeld para o filme Casablanca]