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sexta-feira, 16 de março de 2012

ALLEGRO MA NON TROPO

Rejubilo ao ver o meu Sporting eliminar com perfeita naturalidade a poderosíssima, caríssima e sobranceiríssima equipa do Manchester United. Em primeiro lugar, rejubilo por ver os jogadores do Sporting dando em campo tudo o que podem dar como jogadores de futebol; em segundo lugar rejubilo ao ver o Sporting praticando ― ao mesmo tempo ― um futebol de conjunto e um futebol de equipa servido com grande rigor táctico e muita qualidade técnica.

Dou por isso os parabéns à nossa equipa e ao seu actual treinador, Ricardo Sá Pinto, que, em poucas semanas, motivou e mexeu na equipa dando-lhe ambição, dando-lhe uma nova vida e transmitindo-lhe uma autoconfiança de há muito arredada de Alvalade.

Tanto no passado como no presente critiquei aqui algumas atitudes inqualificáveis e inaceitáveis de Sá Pinto. Por exemplo: a agressão física a Artur Jorge (então seleccionador nacional) em 1997; a agressão a João Carlos Freitas (dirigente do Boavista) e a agressão ao árbitro Lucílio Baptista, ambas protagonizadas em 2003; e por fim o pugilato no balneário de Alvalade, com Liedson, quando este era jogador do Sporting e Sá Pinto dirigente do clube, em Janeiro de 2010.

Por isso, e porque eu não acredito que o ser humano possa mudar de carácter, tive e mantenho as maiores reservas quanto ao comportamento que Sá Pinto poderá vir a ter no futuro ao serviço do Sporting.

E VIVA O SPORTING!!!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

SPORTING ― NÃO RETIRO UMA VÍRGULA


Há dois anos escrevi este post sobre Sá Pinto. E agora que ele foi escolhido para treinador do Sporting, faço esta chamada de atenção, pois, hoje penso o mesmo que na altura pensava do personagem; e também porque sei que não se muda de carácter.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

MAU PASSO E COM MUITA MÁ-FÉ

O “amor” de Sá Pinto pelo Sporting acaba sempre por contemplar “festinhas carinhosas” que consistem em socos e cabeçadas. O currículo de Sá Pinto não é o que a imprensa desmemoriada e impreparada de hoje faz crer.

Esta conferência de imprensa é mais um exemplo disso. Vem reabrir uma ferida que convinha manter-se fechada. E reabre-a com nítida má-fé.

Reabre a ferida porquanto, perante o que diz Sá Pinto, Liedson tem todo o direito de não ficar calado.

Má-fé porque Sá Pinto, ao fingir pedir «o máximo de apoio de todos os sócios e adeptos ao Levezinho», dizendo cinicamente que «Liedson tem grande qualidade e é muito importante para o Sporting», não se esqueceu de frisar bem frisado ― para lixar Liedson perante os sócios e adeptos, digo eu ― que «Liedson disse que nunca mais iria saudar os adeptos, reagindo de forma insultuosa e inaceitável».

― Se isto não é má-fé, então sou eu que sou burro!

E mais. Ao trazer agora à imprensa um comunicado escrito (e portanto pensado e repensado), Sá Pinto não tem desculpa e confirma a sua má-fé, pois, demonstra claramente que premeditou esta última “porrada verbal" (que acaba de dar agora em Liedson e no Sporting), da mesma maneira que premeditara e concretizara a agressão a Artur Jorge.

É isso e muito mais: Sá Pinto não consegue engolir (mas vai ter de o fazer) o facto de Liedson se ter transformado (depois de Travassos, Victor Damas, Yazalde, Manuel Fernandes e Jordão) num ícone do Sporting. E quem sabe se também não o virá a ser da selecção nacional portuguesa.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

ANTES O GUARDA ABEL


Toda a gente conhece de há muito o cadastro de Sá Pinto;
menos o presidente do Sporting.

A culpa do que sucedeu ontem em Alvalade, entre Sá Pinto e Liedson,
vai inteirinha para quem convidou e nomeou Sá Pinto Director Desportivo
― José Eduardo Bettencourt.

Nota: Caricatura (nem por isso) premonitória publicada aqui em Novembro passado.

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